quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Muito se fala de motivação!


 A motivação é a energia que coloca o nosso optimismo em acção e nos permite assumir o controlo do estado mental que nos conduz à acção. Os vencedores são guiados pelo desejo.
Nós tornamo-nos naquilo em que pensamos a maior parte do tempo e somos motivados sobretudo pelos nossos pensamentos constantes.
Positiva ou negativamente, todos nós somos motivados. Até uma decisão de não fazer nada é originada por algum tipo de motivação. A motivação é a força interior que nos impele a agir e que nos move em direcção a algo ou, pelo contrário, no afastamento em relação a alguma coisa.
A motivação não é um processo exterior a cada um de nós. Ainda que determinadas situações, histórias ou discursos nos possam trazer inspiração, para que a mudança seja de longo prazo e a motivação constante, temos de querer, aceitar e interiorizar esses sentimentos.
Existem, essencialmente, duas emoções ligadas ao nosso processo de motivação: o medo e o desejo. O medo tem ligação directa a uma das nossas maiores motivações na vida que é a de evitar a dor, enquanto o desejo se liga à segunda motivação principal que todos temos e que é a de nos aproximarmos do prazer. Tudo o que fazemos na vida, absolutamente tudo, visa afastar-nos da dor e/ou aproximar-nos do prazer.
O medo é uma emoção normalmente destrutiva. O medo é a repetição mental das memórias de más experiências e tende a estar focalizado no nosso passado.
Já o desejo olha ao futuro e apela às memórias de sucessos passados que queremos repetir. É por isso que as pessoas de sucesso se focam normalmente nas recompensas enquanto a maior parte de nós se foca nas penalizações do fracasso.
Por isso o sucesso não está reservado para os que são naturalmente talentosos, mais inteligentes ou que nasceram numa família mais abastada. O sucesso depende da nossa capacidade de nos auto-motivarmos a agir. 
Então o sucesso é um hábito... tal como o fracasso.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Está céptico?


Numa das minhas empresas, tenho o privilégio de falar com centenas de pessoas que estão a ponderar fazer uma mudança de vida e montar o seu próprio negócio... E o que é curioso é que ainda que estejam a considerar essa possibilidade, a maior parte delas fazem-no de uma posição de cepticismo. Ao ponderar a mudança de uma perspectiva de cepticismo, focam-se em encontrar todas as razões para não avançar. Como o nosso cérebro, através do seu sistema de activação reticular, tem a capacidade de encontrar na realidade, todas as referências que comprovem um determinado ponto de vista, uma parte importante conclui que, invocando uma razão ou outra, não é uma boa ideia.

Nós não somos cépticos. Somos medrosos. Não é preciso ter coragem para ser céptico. A nossa vida muda, no momento em tomamos a decisão de que o nosso futuro não tem de ser igual ao nosso passado. No momento em que decidimos encontrar um sistema simples para começar e procurar o nosso caminho a partir daí. Nesse dia decidimos ser bem sucedidos e que nada nos pode parar.

Os Vencedores respondem em vez de reagir! Ou seja escolhem e decidem em consciência as acções a tomar face a cada estímulo e cada situação tendo o sucesso como motivação e fazendo o melhor uso dos seus recursos, ao invés de actuarem automática e epidermicamente ao meio envolvente na defesa do seu ego, guiados pela dúvida e pelo medo.

Os Vencedores têm auto-controlo. Têm auto-determinação! Os Vencedores fazem acontecer, enquanto os outros deixam que lhes aconteça. Os Vencedores são gente de acção. Acção hoje! Acção já! Gente com alto sentido de urgência… Gente que compreende que se dedicarem todo o seu empenho a uma tarefa, nada os impedirá de a realizar. Gente que compreende o conceito de concentração de poder, de focalização.


terça-feira, 6 de dezembro de 2011

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Saber esperar


Espanta-me a quantidade de pessoas que vejo diariamente a fazer exactamente as mesmas coisas, a insistir nos mesmos comportamentos e a esperar que a vida lhes traga resultados diferentes. Se fizermos o que sempre fizemos, obteremos os mesmo resultados que sempre obtivemos. Se há alguma área das nossas vidas com que não estejamos totalmente satisfeitos, há que compreender rapidamente que foram as nossas acções nessa área que conduziram a esse resultado. Qual será a reflexão que devo então fazer, sobre a forma como têm evoluído as minhas relações? Qual será a reflexão a fazer sobre os meus resultados financeiros e aos meus rendimentos? O que é que se passará em relação à minha forma física e saúde? E a minha carreira? E o meu estado de espírito? E os meus níveis de realização pessoal? Ao fim e ao cabo fazer repetidamente a mesma coisa e esperar um resultado diferente, é provavelmente a definição exacta de insanidade.

Mesmo que a vida e o acaso nos tragam, por vezes, resultados que excedam o nosso desenvolvimento pessoal e isso raramente acontece, será difícil essas condições serem mantidas ao longo do tempo exactamente porque não são sustentadas pela nossas qualidade pessoal e intrínseca. Por isso é que a esmagadora maioria das pessoas que ganha a lotaria, ou o totoloto, passado pouco tempo voltaram outra vez às mesmas condições de vida... Por isso é que alguns de nós não conseguem manter relações... Por isso é que outros têm permanentemente insucesso nos negócios... Por isso é que temos dificuldade em manter a nossa forma física... Para obter resultados permanentes, as nossas mudanças devem ser também permanentes. Para obter um diferente resultado, devo tornar-me numa pessoa diferente!

Por isso é também fundamental compreender, que o universo e para nossa protecção, está equipado com um mecanismo de adiamento dos efeitos. Quero com isto dizer que, da mesma forma que os maus juízos que fazemos não nos são imediatamente fatais, também as boas práticas necessitam de ser repetidas de forma consistente ao longo do tempo, antes de nos trazerem resultados. Não fico magro e saudável por ir uma vez ao ginásio, da mesma forma que o feijoeiro não nasce no dia em que planto o feijão.

Ainda assim uma das maiores doenças do mundo ocidental é a irresponsável obsessão pela gratificação imediata. Uma das causas para que as economias dos Países Asiáticos estejam cada vez mais competitivas, é o facto de não terem o mesmo nível de orientação para o curto prazo que nós temos.

Por todas estas razões acredito que só uma séria mudança de mentalidade nos poderá conduzir e mais uma vez no longo prazo, que já agora é o único que interessa, a melhores e mais consistentes resultados.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011