1. Escrever os objectivos no papel. Até que os seus objectivos sejam suficientemente claros e importantes para ser colocados por escrito, dificilmente serão atingidos.
2. Ter objectivos grandes, inspiradores e desafiantes. Não serão objectivos pequenos que o manterão determinado quando as dificuldades aprecerem.
3. Tenha objetivos para todas as áreas da sua vida. No mínimo deve contemplar saúde e forma física, relações amorosas, familiares e sociais e carreira e finanças.
4. Seja específico. defina exactamente o que pretende atingir com todos os detalhes que puder seleccionar.
5. Perceba porquê! Se a razão de atingir o objectivo for suficientemente forte, o "como" aparecerá muito mais facilmente.
6. Pense que pessoa tem de se tornar no sentido de atingir o objectivo a que se propôs. Se já fosse essa pessoa, já tinha atingido esse objectivo.
7. Certifique-se de que todos os dias está a fazer algo para se aproximar do seu objectivo. Pergunte a si próprio, antes de todas as decisões, se o vão ou não deixar mais perto.
8. Defina datas para os atingir. Se não houver uma data não é um objectivo!
9. Haja como se já tivesse acontecido.
10. Defina como vai celebrar quando o atingir.
Acredito que os resultados que obtemos, em qualquer área da nossa vida, decorrem directamente da nossa maneira de pensar e respectiva consequência nas escolhas que fazemos.
Não é aquilo que acontece que determina o nosso futuro, mas sim a forma como respondemos a isso!
Aqui partilho ideias que tenho recolhido e ensaiado na minha vida e que acredito poderem ajudar outras pessoas no seu caminho.
Se gostar, conto consigo para divulgar o Blog e assim chegar a mais gente. Obrigado!
segunda-feira, 18 de junho de 2012
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Lista de sucesso: ser produtivo!
1. Concentre-se em realizar e não em estar ocupado. É fácil estar ocupado, mas ser produtivo é outra liga completamente diferente.
2. Distinga o que é urgente do que é importante. Comece pelo que é importante... e que, normalmente, não é assim tão urgente.
3. Escreva os seus objectivos e desenhe sempre um plano para os atingir. Por muito que escreva os seus objectivos, se falha em planear é como se planeasse falhar.
4. Não se envolva em nada que não esteja alinhado com os seus objectivos. Desenvolva o filtro de perguntar a si próprio se o que vai fazer, o aproxima de onde quer chegar.
5. Torne-se bom a dizer que não. Defenda o seu tempo como a sua carteira.
6. Não comece uma tarefa sem antes terminar outra. Esta é verdadeira mesmo para as senhoras.
7. Não se deixe interromper pelo telefone e pelos emails. Use o telefone só para resolver o que tem de ser resolvido e no mais curto espaço de tempo.
8. Trabalhe de porta fechada e não se deixe interromper com facilidade.
9. Aproveite as horas em que os outros não estão a trabalhar. São as horas em que vai ser mais produtivo.
10. Não comece o dia, a semana e o trimestre sem antes os ter terminado (mentalmente).
2. Distinga o que é urgente do que é importante. Comece pelo que é importante... e que, normalmente, não é assim tão urgente.
3. Escreva os seus objectivos e desenhe sempre um plano para os atingir. Por muito que escreva os seus objectivos, se falha em planear é como se planeasse falhar.
4. Não se envolva em nada que não esteja alinhado com os seus objectivos. Desenvolva o filtro de perguntar a si próprio se o que vai fazer, o aproxima de onde quer chegar.
5. Torne-se bom a dizer que não. Defenda o seu tempo como a sua carteira.
6. Não comece uma tarefa sem antes terminar outra. Esta é verdadeira mesmo para as senhoras.
7. Não se deixe interromper pelo telefone e pelos emails. Use o telefone só para resolver o que tem de ser resolvido e no mais curto espaço de tempo.
8. Trabalhe de porta fechada e não se deixe interromper com facilidade.
9. Aproveite as horas em que os outros não estão a trabalhar. São as horas em que vai ser mais produtivo.
10. Não comece o dia, a semana e o trimestre sem antes os ter terminado (mentalmente).
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Listas de sucesso.
Assumir a responsabilidade é o factor mais decisivo no caminho para o sucesso. Assumir que a vida é nossa e que só mudará quando decidirmos fazê-lo.
Mas muitas vezes, ainda que tenhamos o pensamento correcto, tendemos a ser somos pouco objectivos e específicos. E esse desafio tira-nos alguma capacidade de transformar as nossas ideias em acção.
Assim, transformar o nosso pensamento em listas de tarefas, é uma das melhores formas que conheço de materializar resultados nas nossas vidas. É por isso, que a partir desta semana, começarei a partilhar algumas das minhas "listas de sucesso" aqui neste blog.
Que possam fazer pelo leitor o mesmo que têm feito por mim ;)
Mas muitas vezes, ainda que tenhamos o pensamento correcto, tendemos a ser somos pouco objectivos e específicos. E esse desafio tira-nos alguma capacidade de transformar as nossas ideias em acção.
Assim, transformar o nosso pensamento em listas de tarefas, é uma das melhores formas que conheço de materializar resultados nas nossas vidas. É por isso, que a partir desta semana, começarei a partilhar algumas das minhas "listas de sucesso" aqui neste blog.
Que possam fazer pelo leitor o mesmo que têm feito por mim ;)
terça-feira, 22 de maio de 2012
Sonhar acordado...
Sonhar acordado, algo que eventualmente lhe ensinaram a não fazer, é um dos pressupostos fundamentais do desenho de uma vida de sucesso.
Sonhar
acordado... Sonhar os nossos objectivos...
Antes de transformarmos as nossas ideias
e ideais em objectivos devemos desenvolvê-las, vivê-las e apurá-las no nosso
imaginário. Imaginar como seria, com todos os detalhes possíveis,
projectarmo-nos nas situações propriamente ditas... Vivê-las por dentro... Pensar no que
estaríamos a fazer e onde, visualizar quem estaria connosco nesse cenário e
como nos estaríamos a sentir. E fazê-lo sem reservas, sem limites, sem nenhum tipo de
autocensura... Quanto estaremos a ganhar e que tipo de vida iremos ter... Que
carros vamos conduzir e o que podemos proporcionar a nós próprios e às pessoas
de que mais gostamos, à nossa família… Em que casa viveremos, que nível de
poupanças, que nível de saúde, aparência e forma física…
No fundo, como será a
nossa vida... Como seria se fosse perfeita!...
Viver por dentro antes de viver por fora. Porque o nosso mundo exterior não passa de um reflexo do mundo interior... "Life's a mirror..."
terça-feira, 15 de maio de 2012
Decisões: os momentos em que moldamos o nosso destino.
Uma
verdadeira decisão transforma-nos numa pessoa diferente. E isso porque nos compromete com diferentes
resultados, com diferentes padrões. E quanto melhores forem os padrões e os
resultados que decidirmos para nós, melhores pessoas nos tornamos. E, por isso,
devemos tomar decisões com frequência. Muitas vezes pergunto às pessoas o que
aconteceria às suas vidas e carreiras se todas as semanas tomassem decisões
sobre elas… O crescimento seria inimaginável…
Mas o melhor
do poder das decisões é que todos nós o possuímos. Não é algo reservado a
alguns predestinados, ou a indivíduos que nascem em condições privilegiadas.
Não! Todos nós (já) o temos.
Sim, porque
não são as nossas condições de vida e aquilo que nos acontece que determina o
nosso futuro, mas sim as decisões que tomamos sobre aquilo que nos acontece.
E
ao juntarmos o poder das nossas decisões com o de objectivos claros, tornamo-nos praticamente imparáveis. Uma decisão
associada a um objectivo torna-nos verdadeiramente poderosos, porque a uma
decisão está associada acção. E não qualquer tipo de acção, mas acção massiva.
Acção com níveis de urgência e concentração de poder elevados. A uma verdadeira
decisão associamos 100% dos nossos recursos. Uma verdadeira decisão é a negação
da alternativa contrária.
Depois de agirmos devemos avaliar a resposta que obtemos. Se não for imediatamente
positiva, devemos entendê-la apenas como feedback
e não como um fracasso. E afinar a nossa abordagem até obtermos o retorno
pretendido.
A única forma
de não realizar um objectivo depois de tomar uma decisão é desistir. E enquanto
a dor da disciplina é temporária, desistir
é para sempre e é o que nos rouba os nossos sonhos. Devemos manter o
compromisso absoluto com as decisões, mas mantermo-nos flexíveis na nossa
abordagem até encontrar o caminho.
terça-feira, 8 de maio de 2012
No dia em que...
"No dia em que começares o teu dia sem cafeína.
No dia em que estiveres sempre bem-disposto, mesmo que tenhas alguma chatice...
No dia em que resistires a queixar-te e a incomodar os outros com os teus problemas...
No dia em que fores capaz de comer o mesmo todos os dias e estares grato por isso...
No dia em que perceberes que nem sempre as pessoas que gostam de ti têm disponibilidade para te dar atenção...
No dia em que perdoares quando aqueles de quem gostas, por alguma razão, forem injustos contigo...
No dia em que lidares com a crítica sem nenhum tipo de ressentimento...
No dia em que tratares as pessoas todas exactamente da mesma forma, independentemente daquilo que têm...
No dia em que estejas na vida sem nenhum tipo de mentira...
No dia em que lidares com a tensão sem nenhum tipo de ajuda médica...
No dia em que relaxares sem precisares de beber...
No dia em que dormires sem precisares de drogas...
No dia em que possas dizer, sinceramente, que não tens nenhum tipo de preconceito no que respeita a raças, credos, religiões, sexo e política...
... nesse dia...
... atingiste o nível de desenvolvimento...
... do teu cão!... "
Anónimo
No dia em que estiveres sempre bem-disposto, mesmo que tenhas alguma chatice...
No dia em que resistires a queixar-te e a incomodar os outros com os teus problemas...
No dia em que fores capaz de comer o mesmo todos os dias e estares grato por isso...
No dia em que perceberes que nem sempre as pessoas que gostam de ti têm disponibilidade para te dar atenção...
No dia em que perdoares quando aqueles de quem gostas, por alguma razão, forem injustos contigo...
No dia em que lidares com a crítica sem nenhum tipo de ressentimento...
No dia em que tratares as pessoas todas exactamente da mesma forma, independentemente daquilo que têm...
No dia em que estejas na vida sem nenhum tipo de mentira...
No dia em que lidares com a tensão sem nenhum tipo de ajuda médica...
No dia em que relaxares sem precisares de beber...
No dia em que dormires sem precisares de drogas...
No dia em que possas dizer, sinceramente, que não tens nenhum tipo de preconceito no que respeita a raças, credos, religiões, sexo e política...
... nesse dia...
... atingiste o nível de desenvolvimento...
... do teu cão!... "
Anónimo
terça-feira, 1 de maio de 2012
Convicções: O poder de criar ou destruir...
As convicções
começam com uma ideia da mesma forma que uma semente é uma ideia de uma árvore.
A partir do momento em que essa ideia é gerada, começamos a encontrar na
realidade referências que suportem essa ideia da mesma forma que uma semente
começa a criar raízes. Esta é a parte perigosa, uma vez que o nosso cérebro tem
a capacidade de encontrar na realidade tudo aquilo em que se foca, ao apagar da
sua atenção tudo aquilo que não está em conformidade com as suas referências.
À medida que
vamos encontrando estas referências, vamos criando uma crença, da mesma forma
que ao adquirir raízes a semente procura o ar e o sol e evolui para uma planta,
sendo que o processo evolui neste sentido e à medida que mais referências vão
reforçando a nossa crença até que esta se transforme numa convicção, tal como a
planta se transforma numa árvore. Tal como essa árvore dá frutos, também nós
colhemos os frutos (bons ou maus) das nossas convicções.
O primeiro
tipo de convicções que nós temos são generalizações e são verbalizadas
geralmente com afirmações como “A vida é…”,
“As pessoas são…”, “Eu sou…”. As segundas, sobre a
forma de regras, são normalmente verbalizadas como “Se… então…”. A questão fundamental é que sejam
elas quais forem, tornam-se na nossa realidade. Porque as nossas decisões e,
consequentemente, acções, estão directamente ligadas ao que nós temos como
verdadeiro.
As nossas
convicções têm virtualmente o poder de criar ou destruir. As nossas convicções são o que faz a diferença
entre uma vida gratificante e uma de miséria.
O poder das
convicções é de tal forma forte que em casos de doentes com disfunções de
personalidade têm sido observadas alterações físicas significativas, como o
aparecimento e desaparecimento de determinados sinais, ou a mudança da cor dos
olhos e mesmo o aparecimento e desaparecimento de doenças como as diabetes, de
acordo com a personalidade que o doente acredita que está, nessa altura, no
controlo.
Há então
convicções que nós temos e que são poderosas no sentido de nos aproximarem do
que pretendemos atingir e outras que são limitadoras uma vez que nos afastam
disso mesmo. Como é que poderei ser rico se tiver uma convicção de que o
dinheiro é mau, ou de que os ricos são desonestos? Mas se, pelo contrário, eu
tiver a convicção de que o dinheiro é das melhores coisas da vida, pela
contribuição que me permite fazer na sociedade e acreditar também que todos
podem aceder à riqueza, desde que modelem a forma como outros antes o fizeram e
ainda de que grande parte dos multimilionários são indivíduos cuja integridade
está acima de qualquer suspeita, aí sim eu começo a criar condições para
principiar a criar riqueza.
Nós começamos,
de facto, a assumir o controlo da nossa vida a partir do momento em que
começamos a assumir o controlo das nossas convicções. E esse é o momento em que
começamos a questioná-las e, acima de tudo, a assumir a responsabilidade de
substituir as limitadoras pelas poderosas.
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