Acredito que os resultados que obtemos, em qualquer área da nossa vida, decorrem directamente da nossa maneira de pensar e respectiva consequência nas escolhas que fazemos.
Não é aquilo que acontece que determina o nosso futuro, mas sim a forma como respondemos a isso!
Aqui partilho ideias que tenho recolhido e ensaiado na minha vida e que acredito poderem ajudar outras pessoas no seu caminho.
Se gostar, conto consigo para divulgar o Blog e assim chegar a mais gente. Obrigado!
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
As equações do sucesso
No
Livro Secreto das Vendas partilhei as equações de sucesso tal como as aprendi
de Jim Rohn. Quando falo do princípio ecológico do sucesso não posso deixar de
as referir outra vez, até pelo seu refinamento filosófico.
A primeira das equações vem da
Bíblia. Foi perguntado ao Profeta qual a chave da grandeza, do reconhecimento,
da riqueza, dos prémios e do sucesso ao que o Profeta respondeu:
“Encontra uma forma de servir a muitos.” Quanto mais pessoas servirmos, maior é
o sucesso, a grandeza, o reconhecimento e a compensação. O Profeta não disse
para encontrar uma forma de se servir a si. Também não disse para encontrar uma
forma de servir aos seus. Disse para encontrar uma forma de servir a muitos.
A segunda equação do sucesso
é-nos trazida por John F. Kennedy no seu discurso de tomada de posse da
presidência dos EUA. Esta equação é a completa mudança dos paradigmas
filosóficos e devia ter sido entendida não só pelo povo americano, mas por
todos os povos do mundo. “Não
perguntem o que pode o vosso país fazer por vocês, perguntem sim o que podem
vocês fazer pelo vosso país.” Não perguntem o que pode o mercado fazer por
vocês, perguntem o que podem vocês fazer pelo mercado. Não perguntem o que pode
a vossa empresa fazer por vocês, perguntem o que podem vocês fazer pela vossa
empresa. Não perguntem o que podem os vossos colaboradores fazer por vocês,
perguntem o que podem vocês fazer por eles. Não perguntem como podem ser
servidos, perguntem como podem servir.
A terceira equação do sucesso
é-nos trazida por Zig Ziglar e é, ainda hoje, o lema da sua empresa e que
ajudou a levar a mesma a ser uma das maiores referências mundiais no que
respeita não só às vendas, mas também ao desenvolvimento pessoal. Ziglar diz
então que o caminho para termos tudo aquilo que quisermos passa por ajudarmos
um número suficiente de pessoas a atingirem também aquilo que querem. Nas suas
palavras: “Se ajudarmos um número suficiente de pessoas a terem o que querem,
podemos ter tudo o que quisermos.” No fundo, o que nos separa de viver os nosso
sonhos e de termos tudo o que queremos, passa por encontrar mais pessoas a quem
possamos ajudar a terem, elas próprias, também aquilo que querem.
O comum nas três equações do
sucesso é o de buscar uma forma de servir, de contribuir. No fundo o de
encontrar uma forma de fazer depósitos.
Se quisermos trazer outro
princípio universal a colação, podemos falar da lei do esforço indirecto, outra
das leis mentais como a causa e efeito. Cuida dos depósitos que os
levantamentos cuidam de si.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Que sementes tem plantado?
Quando plantamos uma semente, esta deve encontrar condições
para germinar. Solo fértil e água são os pressupostos essenciais para que o
fenómeno se materialize. Aí a semente começa a germinar, criando raízes e dando
origem a uma pequena planta. Ao crescer a planta torna-se forte e transforma-se
numa árvore. Na sua maturidade a árvore premiar-nos-á com os seus frutos que
nos alimentam e cujos caroços são novas sementes, que nos permitem replicar
este o ciclo todas as vezes que quisermos.
Grande parte das nossas lições de vida podemos encontrá-las na natureza. A natureza é tão eficiente e bem desenhada, que encontramos nela resposta para quase tudo o que necessitamos.
Penso nas ideias como sementes. Realizações em potencial. Quando temos uma ideia, começamos a procurar na realidade referências que a confirmem, tal como a semente cria raízes. O nosso cérebro, através do seu sistema de activação reticular, consegue encontrar na realidade referências para praticamente tudo. Consegue encontrar referências de que a terra é plana, se for nisso que se focar. Nessa altura as nossas referências transformam-se em crenças. Não precisam de ser verdadeiras, mas a partir do momento em que nascem, o nosso cérebro começa a trabalhar para as tornar verdadeiras. E aí tornam-se verdadeiras para nós. A ideia transforma-se em crença da mesma forma que a semente dá origem a uma planta.
Será que eu consigo encontrar na realidade referências que confirmem que com esta crise não é possível os negócios prosperarem? Claro que sim! Diariamente lido com Empresários que o conseguem demonstrar, de forma praticamente inequívoca. E se eu procurar referências de que, neste momento de crise, surgem fantásticas oportunidades de criar riqueza e reforçar os negócios? Será que as consigo encontrar? Claro que sim também. De todas as crises surgem novos milionários que o confirmam.
Quanto mais sólida se torna a convicção, mais referências o SAR vai encontrando para a confirmar e, da mesma forma que na sua maturidade a planta se tornou uma árvore, a crença transforma-se numa convicção. E as nossas convicções são poderosas. Têm virtualmente o poder de criar e destruir. As nossas convicções dão frutos, assim como as árvores. Os nossos resultados na vida, sejam eles quais forem, são o fruto das nossas convicções. E isto porque nós agimos de acordo com aquilo que acreditamos ser verdadeiro.
Isto faz do nosso SAR uma ferramenta poderosíssima, que nos dá-nos o controlo do nosso destino. Ao controlarmos a qualidade das nossas ideias e das coisas em que pensamos na maior parte do tempo, estamos a controlar a qualidade dos nossos resultados. Torna-se então absolutamente essencial focarmo-nos no que queremos, em vez do que não queremos.
Grande parte das nossas lições de vida podemos encontrá-las na natureza. A natureza é tão eficiente e bem desenhada, que encontramos nela resposta para quase tudo o que necessitamos.
Penso nas ideias como sementes. Realizações em potencial. Quando temos uma ideia, começamos a procurar na realidade referências que a confirmem, tal como a semente cria raízes. O nosso cérebro, através do seu sistema de activação reticular, consegue encontrar na realidade referências para praticamente tudo. Consegue encontrar referências de que a terra é plana, se for nisso que se focar. Nessa altura as nossas referências transformam-se em crenças. Não precisam de ser verdadeiras, mas a partir do momento em que nascem, o nosso cérebro começa a trabalhar para as tornar verdadeiras. E aí tornam-se verdadeiras para nós. A ideia transforma-se em crença da mesma forma que a semente dá origem a uma planta.
Será que eu consigo encontrar na realidade referências que confirmem que com esta crise não é possível os negócios prosperarem? Claro que sim! Diariamente lido com Empresários que o conseguem demonstrar, de forma praticamente inequívoca. E se eu procurar referências de que, neste momento de crise, surgem fantásticas oportunidades de criar riqueza e reforçar os negócios? Será que as consigo encontrar? Claro que sim também. De todas as crises surgem novos milionários que o confirmam.
Quanto mais sólida se torna a convicção, mais referências o SAR vai encontrando para a confirmar e, da mesma forma que na sua maturidade a planta se tornou uma árvore, a crença transforma-se numa convicção. E as nossas convicções são poderosas. Têm virtualmente o poder de criar e destruir. As nossas convicções dão frutos, assim como as árvores. Os nossos resultados na vida, sejam eles quais forem, são o fruto das nossas convicções. E isto porque nós agimos de acordo com aquilo que acreditamos ser verdadeiro.
Isto faz do nosso SAR uma ferramenta poderosíssima, que nos dá-nos o controlo do nosso destino. Ao controlarmos a qualidade das nossas ideias e das coisas em que pensamos na maior parte do tempo, estamos a controlar a qualidade dos nossos resultados. Torna-se então absolutamente essencial focarmo-nos no que queremos, em vez do que não queremos.
domingo, 15 de janeiro de 2012
Prestar contas...
Ouço com alguma frequência algumas pessoas argumentarem que
não devem, nem prestam contas a ninguém. Que não precisam de ninguém e como tal
não têm de explicar nada sobre os seus comportamentos.
Escuto-as sempre com algum espanto e, de cada vez, tento
compreender o seu ponto de vista. Mas confesso que até hoje ainda não fui
capaz.
Respeito essa posição mas não partilho dela. Não percebo
como podemos viver num mundo tão fantástico como aquele em que vivemos, onde
beneficiamos de uma série de coisa que foram feitas por outras pessoas e
acharmos que não devemos contas do que fazemos também.
Temos estradas e automóveis que não construímos
directamente. Quando precisamos recorremos a hospitais com que nunca nos
preocupámos. Quando os meus filhos tiveram idade para estudar estavam lá uma
escolas à sua disposição.
Não faço ideia como cortar uma camisa, nem como funciona a
electricidade. Não sei o que faz voar um avião e nem como se consegue por um
telemóvel a funcionar. E ainda assim posso usar todas estas coisas porque
alguém, antes de mim se preocupou em pô-las todas a funcionar.
Como posso usar tudo isto que a sociedade coloca à minha
disposição e não prestar contas do que faço?
Mas a primeira pessoa a quem tenho de prestar contas é a mim
próprio. Quando há uns anos decidi terminar a minha carreira corporativa e
tornar-me Empresário foi, em grande parte por isto mesmo. Porque decidi prestar
contas da minha vida a mim próprio. Porque percebi que estava a subir uma
escada encostada na parede errada. A viver a vida pelo guião de uma outra
pessoa.
E tomei a decisão mais difícil da minha vida, exactamente
porque senti que não tinha o direito de ser menos que um exemplo brilhante para
os meus filhos. Porque senti que não estava preparado para um dia olhar para
trás e sentir que tinha sido menos do que as minhas capacidades me permitiam
ser. Foi o dia em que percebi que tinha de prestar contas. A mim e aos outros.
Começando pela minha família e depois à sociedade.
Este é, para mim, o princípio número um do sucesso.
Provavelmente a coisa mais importante que aprendi na vida e a melhor herança
que posso deixar às minhas crianças.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Como Aproveitar ao Máximo a Sua Vida Agora...
World-famous adventurer, explorer and goal achiever John Goddard shares his secrets on how to live your best life now, and a life without regrets
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Processar ideias
Há coisas sobre as quais
simplesmente não temos controlo. São as regras do jogo. Mas há algo que podemos
sempre controlar e que é suficiente para fazer toda a diferença... A nossa
forma de responder!
Podia escrever um livro apenas com
histórias de pessoas a quem aconteceram todas as desgraças possíveis e que não
as ultrapassaram como eventualmente as usaram até para reforçar a sua
capacidade de realização.
Não é o que acontece, mas a forma
como respondemos a isso que condiciona a maior parte da nossa vida. Aprendi que
a vida é 10% aquilo que nos acontece e 90% aquilo que fazemos sobre isso.
Esse é exactamente o desafio da vida. Usar tudo o está à nossa disposição e, usando a nossa filosofia, transformar tudo isso em valor! E quando digo tudo, quero dizer absolutamente tudo. Mesmo aquilo que numa primeira abordagem nos parece uma tragédia.
Esse é exactamente o desafio da vida. Usar tudo o está à nossa disposição e, usando a nossa filosofia, transformar tudo isso em valor! E quando digo tudo, quero dizer absolutamente tudo. Mesmo aquilo que numa primeira abordagem nos parece uma tragédia.
O factor mais determinante, na forma como resulta e funciona a nossa vida, é a nossa filosofia. O verdadeiro teste de maturidade é exactamente assumir a responsabilidade de criar valor, com aquilo que a vida nos traz.
É através da nossa filosofia que podemos transformar a informação e as ideias que estão à nossa disposição em valor. É isso que nos torna diferentes dos animais. Estes só podem contar com os seus instintos. Quando inverno chega os patos só podem voar para o sul. Se o sul não estiver grande coisa... Azar... Nada mais se pode fazer... Mas nós não. Nós podemos desenvolver a nossa filosofia! E para isso temos de pensar. Descobrir e processar ideias...
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Perguntas...
Devia ter pouco mais de 30 anos, trabalhava na altura na
Banca de gestão de patrimónios e os meus clientes eram multimilionários, cujas
fortunas eu ajudava a gerir. Comecei então a dar comigo, com alguma frequência,
a perguntar-me porque tinham eles aqueles resultados financeiros e eu me sentia
tão longe dessa realidade. Se eu sabia tantas coisas e se me considerava um
individuo igualmente capaz, o que me estaria então a atrasar?
E quando as perguntas surgem dificilmente as respostas ficam
por ser encontradas. É uma das grandes qualidades do cérebro humano. Quando
formulamos uma questão dificilmente o nosso cérebro descansa até encontrarmos a
resposta...
Mas neste caso concreto eu comecei a procurar as respostas
activamente. O que distinguiria estas pessoas, estes multimilionários, das
outras pessoas que não obtinham o mesmo nível de sucesso financeiro?... Como
tinha o privilégio de lidar com muitas destas pessoas diariamente, foi
relativamente fácil começar a minha investigação. Comecei a observar a sua
forma de pensar e de estarem na vida. A muitos perguntava directamente quais
eram as suas ideias sobre o assunto... E umas perguntas levaram a outras, da
mesma forma que algumas das respostas conduziam a outras ideias e muito
rapidamente dei comigo a refinar uma série de pensamentos sobre este tema que
tanto me interessava.
Outra das coisas que nessa altura percebi foi que, nos
últimos séculos, muitos milhões forma investidos na procura das mesmas
respostas. Havia outras pessoas que tinham antes de mim então levantado a mesma
pergunta e encontrado, porventura, as respostas que também eu, nesta fase
procurava. E melhor ainda as respostas eram do domínio público. Estavam
publicadas!
Foi aí que tomei consciência que independentemente da área
em que procurássemos nós respostas sobre ser bem-sucedidos havia vários livros
e estudos que nos explicavam como isso poderia ser bem conseguido. Esta tomada
de consciência foi uma das que mudou a minha vida para sempre.
Se quiser ser saudável e ter uma boa forma física há uma
série de livros sobre isso. Com um pequeno investimento posso aceder a toda a
informação de que necessito sobre isso. Se quiser melhorar as minhas relações
há um monte de livros que me podem também explicar sobre a forma de o
conseguir. E se quisesse fazer mais dinheiro e eventualmente tornar-me
multimilionário, como eram os meus clientes, também havia afinal uma série de
livros que explicavam como o conseguir.
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