Acredito que os resultados que obtemos, em qualquer área da nossa vida, decorrem directamente da nossa maneira de pensar e respectiva consequência nas escolhas que fazemos.
Não é aquilo que acontece que determina o nosso futuro, mas sim a forma como respondemos a isso!
Aqui partilho ideias que tenho recolhido e ensaiado na minha vida e que acredito poderem ajudar outras pessoas no seu caminho.
Se gostar, conto consigo para divulgar o Blog e assim chegar a mais gente. Obrigado!
segunda-feira, 19 de março de 2012
Os Princípios Universais
Um dos grandes desafios que temos na vida é de que nascemos
sem manual de instruções. Para além disso, não é fácil, enquanto crescemos,
recolher informação sobre a forma de vivermos melhor. E porquê? Porque
simplesmente a nossas sociedade não organizou a educação para nos informar
sobre esses aspectos. Aliás, em rigor, embora tenham sido investidos muitos
milhões nos últimos séculos, em perceber o que distingue as pessoas mais bem
sucedidas das outras e de esses estudos apontarem para uma série de conclusões
comuns, por alguma razão, a maior parte da população não dá grande importância
aos resultados desses estudos, ou não sabe sequer da sua existência.
Um dos mistérios da natureza humana é o de não nos
preocuparmos, como regra, em estudar os assuntos que para nós são importantes.
A maior parte de nós espera ser saudável sem nunca estudar saúde, ter boas
relações sem nunca estudar relacionamentos, e viver financeiramente mais
desafogado sem nunca estudar criação de riqueza. Como se estas coisas não
fossem efeitos com causas bem determinadas a montante. Como se saúde e forma
física, relacionamentos familiares e sociais, e carreira e vida financeira
fossem áreas da nossa vida que se organizassem por acaso... Esperamos ter uma
vida boa sem nunca ter estudado como a podemos atingir e, muitas vezes, sem sequer
idealizar sobre como seria, exactamente, essa mesma vida.
Para se ter resultados na vida é necessário compreender os
princípios da vida. Para se ter sucesso é preciso compreender quais são os
princípios pelos quais funciona o universo e alinharmo-nos com esses
princípios. Ao estudarmos os princípios universais começamos a perceber quais
são as regras que devemos seguir para começar a ter resultados... e tudo começa
a mudar nas nossas vidas. Ao compreendermos e seguirmos as regras, passamos a
tirar o máximo partido dos recursos que temos disponíveis e a vida não volta a
ser igual.
terça-feira, 13 de março de 2012
segunda-feira, 12 de março de 2012
Pilares do sucesso!
Da forma como
o vejo, sucesso significa a obtenção de níveis elevados de satisfação e
realização em sete áreas essenciais da nossa vida.
A primeira área
engloba a saúde, a forma física e a energia. Para que nos sintamos e
pareçamos bem será fundamental assegurar este pilar. Para sentirmos a
vitalidade que nos permite perseguir os nossos objectivos e sentirmos a alegria
de estarmos vivos. Como é que isto se consegue? Acho que, no fundo, todos nós sabemos...
Exercício físico, tranquilidade e uma alimentação cuidada, são seguramente os
caminhos para este objectivo.O segundo
destes pilares será o estabelecimento de relacionamentos emocionais
gratificantes. Um dos investimentos mais importantes das nossas vidas e de
que, por vezes, nos esquecemos. As relações medem o nosso nível de sucesso
enquanto seres humanos, uma vez que são a explicação para grande parte das
sensações que experienciamos, nomeadamente as de felicidade e infelicidade. Aliás, alguns
estudos confirmam que a nossa capacidade de nos relacionarmos com outras
pessoas e a gratificação que tiramos desses relacionamentos pesa cerca de 85%
no que normalmente identificamos como o nosso bem-estar e felicidade.
Sugiro
que comecemos por nos dedicarmos às pessoas que nos são mais próximas, como o
nosso circulo familiar, passemos depois a um segundo nível onde estarão as
nossas amizades e a partir daí alargando a área de influência desse anel a
novas pessoas.
A terceira
área será a independência financeira. Ter o suficiente para que não
tenhamos de nos preocupar com dinheiro o tempo todo. Não é o dinheiro que é a
origem de todos os males, mas sim a falta dele! Mas o que é a independência
financeira? Será a nossa capacidade de viver, confortavelmente, dos rendimentos
gerados pelos activos que detemos. Ou seja, nem precisarmos de trabalhar para
viver, nem estarmos a consumir a riqueza que antes criámos. Grande parte do stress, ansiedade e preocupações que
experimentamos nos dias de hoje são causados pela falta de dinheiro. Dessa
forma, sem dinheiro não temos paz de espírito, boas relações e nem sequer
saúde.
O
quarto aspecto do sucesso será termos valores, ideais e objectivos válidos.
A vida não vale a pena se não tivermos uma direcção. Se não tivermos algo
porque lutar, algo que defender, algo que passar aos outros. Um legado. O que é
que dá sentido às nossas vidas? O que é que nos faz felizes? Algo que seja
maior do que nós próprios. Em quinto, a realização
pessoal. E este é mais um conceito que, normalmente, temos dificuldade em
definir. Muitas vezes cruzo-me com pessoas que dizem que o seu objectivo na
vida é realizarem-se pessoalmente, mas quando lhes pergunto o que é para elas a
realização, apresentam quase sempre dificuldades em descrever este conceito.
Para mim, realização pessoal é a convicção de que somos a melhor pessoa que
podemos ser. De que estamos a aproveitar ao máximo o nosso potencial. Acima de
tudo, de que, a cada dia, somos melhores do que no dia anterior.
Paz de
espírito será o sexto aspecto a ter em conta. A possibilidade de viver de
uma forma perfeitamente equilibrada e em harmonia com os nossos valores e
convicções mais profundas. Livre de todos os medos. Livre de todas as
angústias. Eliminando das nossas vidas tudo aquilo que nos causa algum tipo de stress ou más sensações.O último e
sétimo aspecto que entendo considerar é o da contribuição. Contribuir é,
segundo Anthony Robbins, uma das seis necessidades do ser humano. Para mim é,
claramente, uma prioridade. Se vivesse sozinho neste mundo, seria um eremita ou
qualquer outra coisa parecida. Como vivo em sociedade, posso beneficiar de
muitas coisas que me são proporcionadas pelos outros, pela comunidade. Tenho
escolas, estradas e hospitais que não construí. Posso entrar num avião com que
nunca me preocupei e viajar para qualquer parte do mundo. Como para
além disso tive a felicidade de nascer nesta parte do globo e neste período de
tempo, tenho consequentemente a sorte de viver numa prosperidade sem igual na
História. Pessoalmente,
e uma vez que usufruo de toda esta abundância, que me foi proporcionada por uma
série de indivíduos que antes de mim saíram das suas zonas de conforto e deram
à sociedade mais do que aquilo que deles se esperava, sinto que não tenho o
direito de não contribuir, de modo a quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Optimismo
Praticamente
todos os trabalhos e estudos que li sobre sucesso, apontam o optimismo como uma
das principais características dos indivíduos bem sucedidos. E optimismo não no
sentido de esperar que as coisas lhes corram bem independentemente daquilo que
fazem, ou de manter esperanças de que a sorte os bafeje e os seus desafios
acabem por se ver resolvidos, mas sim de esperar bons resultados da sua acção
deliberada.
As expectativas que temos sobre a nossa própria vida, são reforçadas pelas expectativas que os outros têm sobre nós próprios
Mesmo as questões de saúde são em grande parte originadas pela forma como nós respondemos ao que acontece, muito mais do que aos germes. Vários estudos apontam hoje para que cerca de 80% de todas as doenças tenham origem psicossomática. A nossa mente e a forma como nós a usamos, tem o potencial de limitar algumas funções do corpo, o que pode conduzir a doenças e até acidentes.
As pessoas bem sucedidas esperam que as coisas lhes corram bem... e elas correm!
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
O momento em que moldamos o nosso futuro.
A principal
forma de mudarmos ou melhorarmos as nossas vidas, é encontrarmos uma forma de agir.
De cada vez que agimos damos início a uma sequência de causa e efeito que nos
conduz numa determinada direcção. Para assumirmos então o controlo do nosso
futuro, devemos antes assumir o controlo das acções que tomamos de uma forma
consistente.
Mas qual será
a origem das nossas acções. Como é que elas surgem? A resposta encontra-se nas nossas
decisões. As nossas acções são sempre precedidas pelas nossas decisões.
É então no
momento em que tomamos decisões que nós moldamos a nossa vida. Que nós moldamos
o nosso futuro.
Toda a
importância que demos antes aos valores e às convicções surge, essencialmente,
porque estas condicionam totalmente as nossas decisões e consequentemente a
nossa acção.
O desafio é
que a maior parte de nós não compreende sequer o que significa tomar uma
verdadeira decisão. Habituámo-nos a usar o termo de uma forma tão leve que o
confundimos muitas vezes com preferências ou com desejos. Daí não
compreendermos também o fantástico poder que uma verdadeira decisão liberta. O
poder de um verdadeiro compromisso. Do verdadeiro empenho.
Tomar uma
(verdadeira) decisão significa eliminar todas as outras alternativas.
Significa que não existe sequer a possibilidade de não acontecer aquilo que
acabámos de decidir. Se reflectirmos sobre a origem da palavra, compreendemos
exactamente a sua força. Decisão significa algo que tem origem numa cisão, ou
seja num corte. De cisão.
Uma
verdadeira decisão transforma-nos numa pessoa diferente. A cada decisão que
tomamos tornamo-nos diferentes. E isso porque nos compromete com diferentes
resultados, com diferentes padrões. E quanto melhores forem os padrões e os
resultados que decidirmos para nós, melhores pessoas nos tornamos. E, por isso,
devemos tomar decisões com frequência. Muitas vezes pergunto às pessoas o que
aconteceria às suas vidas e carreiras se todas as semanas tomassem decisões
sobre elas… O crescimento seria inimaginável…
Mas o melhor
do poder das decisões é que todos nós o possuímos. Não é algo reservado a
alguns predestinados, ou a indivíduos que nascem em condições privilegiadas.
Não! Todos nós (já) o temos.
Sim, porque
não são as nossas condições de vida e aquilo que nos acontece que determina o
nosso futuro, mas sim as decisões que tomamos sobre aquilo que nos acontece.
E
ao juntarmos o poder das nossas decisões,
com o de objectivos claros, tornamo-nos praticamente imparáveis. Uma decisão
associada a um objectivo torna-nos verdadeiramente poderosos, porque a uma
decisão está associada acção. E não qualquer tipo de acção, mas acção massiva.
Acção com níveis de urgência e concentração de poder elevados. A uma verdadeira
decisão associamos 100% dos nossos recursos. Uma verdadeira decisão é a negação
da alternativa contrária.
Depois de
tomarmos acção, devemos avaliar a resposta que obtemos. Se não for imediatamente
positiva, devemos entendê-la apenas como feedback
e não como um fracasso. E afinar a nossa abordagem até obtermos o retorno
pretendido.
A única forma
de não realizar um objectivo depois de tomar uma decisão é desistir. E enquanto
a dor da disciplina é temporária, desistir
é para sempre e é o que nos rouba os nossos sonhos. Devemos manter o
compromisso absoluto com as decisões, mas mantermo-nos flexíveis na nossa
abordagem até encontrar o caminho.
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