segunda-feira, 19 de março de 2012

As leis mentais por Brian Tracy


Os Princípios Universais


Um dos grandes desafios que temos na vida é de que nascemos sem manual de instruções. Para além disso, não é fácil, enquanto crescemos, recolher informação sobre a forma de vivermos melhor. E porquê? Porque simplesmente a nossas sociedade não organizou a educação para nos informar sobre esses aspectos. Aliás, em rigor, embora tenham sido investidos muitos milhões nos últimos séculos, em perceber o que distingue as pessoas mais bem sucedidas das outras e de esses estudos apontarem para uma série de conclusões comuns, por alguma razão, a maior parte da população não dá grande importância aos resultados desses estudos, ou não sabe sequer da sua existência.
Um dos mistérios da natureza humana é o de não nos preocuparmos, como regra, em estudar os assuntos que para nós são importantes. A maior parte de nós espera ser saudável sem nunca estudar saúde, ter boas relações sem nunca estudar relacionamentos, e viver financeiramente mais desafogado sem nunca estudar criação de riqueza. Como se estas coisas não fossem efeitos com causas bem determinadas a montante. Como se saúde e forma física, relacionamentos familiares e sociais, e carreira e vida financeira fossem áreas da nossa vida que se organizassem por acaso... Esperamos ter uma vida boa sem nunca ter estudado como a podemos atingir e, muitas vezes, sem sequer idealizar sobre como seria, exactamente, essa mesma vida.
Para se ter resultados na vida é necessário compreender os princípios da vida. Para se ter sucesso é preciso compreender quais são os princípios pelos quais funciona o universo e alinharmo-nos com esses princípios. Ao estudarmos os princípios universais começamos a perceber quais são as regras que devemos seguir para começar a ter resultados... e tudo começa a mudar nas nossas vidas. Ao compreendermos e seguirmos as regras, passamos a tirar o máximo partido dos recursos que temos disponíveis e a vida não volta a ser igual.

terça-feira, 13 de março de 2012

segunda-feira, 12 de março de 2012

Pilares do sucesso!

Da forma como o vejo, sucesso significa a obtenção de níveis elevados de satisfação e realização em sete áreas essenciais da nossa vida.
A primeira área engloba a saúde, a forma física e a energia. Para que nos sintamos e pareçamos bem será fundamental assegurar este pilar. Para sentirmos a vitalidade que nos permite perseguir os nossos objectivos e sentirmos a alegria de estarmos vivos. Como é que isto se consegue? Acho que, no fundo, todos nós sabemos... Exercício físico, tranquilidade e uma alimentação cuidada, são seguramente os caminhos para este objectivo.O segundo destes pilares será o estabelecimento de relacionamentos emocionais gratificantes. Um dos investimentos mais importantes das nossas vidas e de que, por vezes, nos esquecemos. As relações medem o nosso nível de sucesso enquanto seres humanos, uma vez que são a explicação para grande parte das sensações que experienciamos, nomeadamente as de felicidade e infelicidade. Aliás, alguns estudos confirmam que a nossa capacidade de nos relacionarmos com outras pessoas e a gratificação que tiramos desses relacionamentos pesa cerca de 85% no que normalmente identificamos como o nosso bem-estar e felicidade.
Sugiro que comecemos por nos dedicarmos às pessoas que nos são mais próximas, como o nosso circulo familiar, passemos depois a um segundo nível onde estarão as nossas amizades e a partir daí alargando a área de influência desse anel a novas pessoas.
A terceira área será a independência financeira. Ter o suficiente para que não tenhamos de nos preocupar com dinheiro o tempo todo. Não é o dinheiro que é a origem de todos os males, mas sim a falta dele! Mas o que é a independência financeira? Será a nossa capacidade de viver, confortavelmente, dos rendimentos gerados pelos activos que detemos. Ou seja, nem precisarmos de trabalhar para viver, nem estarmos a consumir a riqueza que antes criámos. Grande parte do stress, ansiedade e preocupações que experimentamos nos dias de hoje são causados pela falta de dinheiro. Dessa forma, sem dinheiro não temos paz de espírito, boas relações e nem sequer saúde.
O quarto aspecto do sucesso será termos valores, ideais e objectivos válidos. A vida não vale a pena se não tivermos uma direcção. Se não tivermos algo porque lutar, algo que defender, algo que passar aos outros. Um legado. O que é que dá sentido às nossas vidas? O que é que nos faz felizes? Algo que seja maior do que nós próprios. Em quinto, a realização pessoal. E este é mais um conceito que, normalmente, temos dificuldade em definir. Muitas vezes cruzo-me com pessoas que dizem que o seu objectivo na vida é realizarem-se pessoalmente, mas quando lhes pergunto o que é para elas a realização, apresentam quase sempre dificuldades em descrever este conceito. Para mim, realização pessoal é a convicção de que somos a melhor pessoa que podemos ser. De que estamos a aproveitar ao máximo o nosso potencial. Acima de tudo, de que, a cada dia, somos melhores do que no dia anterior.
Paz de espírito será o sexto aspecto a ter em conta. A possibilidade de viver de uma forma perfeitamente equilibrada e em harmonia com os nossos valores e convicções mais profundas. Livre de todos os medos. Livre de todas as angústias. Eliminando das nossas vidas tudo aquilo que nos causa algum tipo de stress ou más sensações.O último e sétimo aspecto que entendo considerar é o da contribuição. Contribuir é, segundo Anthony Robbins, uma das seis necessidades do ser humano. Para mim é, claramente, uma prioridade. Se vivesse sozinho neste mundo, seria um eremita ou qualquer outra coisa parecida. Como vivo em sociedade, posso beneficiar de muitas coisas que me são proporcionadas pelos outros, pela comunidade. Tenho escolas, estradas e hospitais que não construí. Posso entrar num avião com que nunca me preocupei e viajar para qualquer parte do mundo.  Como para além disso tive a felicidade de nascer nesta parte do globo e neste período de tempo, tenho consequentemente a sorte de viver numa prosperidade sem igual na História. Pessoalmente, e uma vez que usufruo de toda esta abundância, que me foi proporcionada por uma série de indivíduos que antes de mim saíram das suas zonas de conforto e deram à sociedade mais do que aquilo que deles se esperava, sinto que não tenho o direito de não contribuir, de modo a deixar as coisas melhor do que estavam quando as encontrei. Retribuir o mais que puder dadas as minhas capacidades. Parece-me um bom princípio de vida e uma boa reputação para ambicionar: Deixar as coisas sempre melhores do que as encontrámos.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Optimismo

Praticamente todos os trabalhos e estudos que li sobre sucesso, apontam o optimismo como uma das principais características dos indivíduos bem sucedidos. E optimismo não no sentido de esperar que as coisas lhes corram bem independentemente daquilo que fazem, ou de manter esperanças de que a sorte os bafeje e os seus desafios acabem por se ver resolvidos, mas sim de esperar bons resultados da sua acção deliberada.

O optimismo passa pela compreensão de que a vida é uma autoprofecia. Aquilo que esperamos, com convicção, é aquilo que acabamos por ter. E isto não acontece por nenhuma razão esotérica, mas porque o nosso subconsciente acaba por encontrar na realidade forma de as nossas expectativas se realizarem.

As expectativas que temos sobre a nossa própria vida, são reforçadas pelas expectativas que os outros têm sobre nós próprios. Desta forma, os nossos resultados, sejam eles quais forem, são, em grande parte, originados pelas expectativas que nós e os nossos pares têm sobre esses mesmos resultados, através do condicionamento mental que dessas expectativas é originado.

Mesmo as questões de saúde são em grande parte originadas pela forma como nós respondemos ao que acontece, muito mais do que aos germes. Vários estudos apontam hoje para que cerca de 80% de todas as doenças tenham origem psicossomática. A nossa mente e a forma como nós a usamos, tem o potencial de limitar algumas funções do corpo, o que pode conduzir a doenças e até acidentes.

As pessoas bem sucedidas esperam que as coisas lhes corram bem... e elas correm!

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

O momento em que moldamos o nosso futuro.


A principal forma de mudarmos ou melhorarmos as nossas vidas, é encontrarmos uma forma de agir. De cada vez que agimos damos início a uma sequência de causa e efeito que nos conduz numa determinada direcção. Para assumirmos então o controlo do nosso futuro, devemos antes assumir o controlo das acções que tomamos de uma forma consistente.
Mas qual será a origem das nossas acções. Como é que elas surgem? A resposta encontra-se nas nossas decisões. As nossas acções são sempre precedidas pelas nossas decisões.
É então no momento em que tomamos decisões que nós moldamos a nossa vida. Que nós moldamos o nosso futuro.
           Toda a importância que demos antes aos valores e às convicções surge, essencialmente, porque estas condicionam totalmente as nossas decisões e consequentemente a nossa acção.
O desafio é que a maior parte de nós não compreende sequer o que significa tomar uma verdadeira decisão. Habituámo-nos a usar o termo de uma forma tão leve que o confundimos muitas vezes com preferências ou com desejos. Daí não compreendermos também o fantástico poder que uma verdadeira decisão liberta. O poder de um verdadeiro compromisso. Do verdadeiro empenho.
Tomar uma (verdadeira) decisão significa eliminar todas as outras alternativas. Significa que não existe sequer a possibilidade de não acontecer aquilo que acabámos de decidir. Se reflectirmos sobre a origem da palavra, compreendemos exactamente a sua força. Decisão significa algo que tem origem numa cisão, ou seja num corte. De cisão.
Uma verdadeira decisão transforma-nos numa pessoa diferente. A cada decisão que tomamos tornamo-nos diferentes. E isso porque nos compromete com diferentes resultados, com diferentes padrões. E quanto melhores forem os padrões e os resultados que decidirmos para nós, melhores pessoas nos tornamos. E, por isso, devemos tomar decisões com frequência. Muitas vezes pergunto às pessoas o que aconteceria às suas vidas e carreiras se todas as semanas tomassem decisões sobre elas… O crescimento seria inimaginável…
Mas o melhor do poder das decisões é que todos nós o possuímos. Não é algo reservado a alguns predestinados, ou a indivíduos que nascem em condições privilegiadas. Não! Todos nós (já) o temos.
Sim, porque não são as nossas condições de vida e aquilo que nos acontece que determina o nosso futuro, mas sim as decisões que tomamos sobre aquilo que nos acontece.
            E ao juntarmos o poder das nossas decisões, com o de objectivos claros, tornamo-nos praticamente imparáveis. Uma decisão associada a um objectivo torna-nos verdadeiramente poderosos, porque a uma decisão está associada acção. E não qualquer tipo de acção, mas acção massiva. Acção com níveis de urgência e concentração de poder elevados. A uma verdadeira decisão associamos 100% dos nossos recursos. Uma verdadeira decisão é a negação da alternativa contrária.
Depois de tomarmos acção, devemos avaliar a resposta que obtemos. Se não for imediatamente positiva, devemos entendê-la apenas como feedback e não como um fracasso. E afinar a nossa abordagem até obtermos o retorno pretendido.
A única forma de não realizar um objectivo depois de tomar uma decisão é desistir. E enquanto a dor da disciplina é temporária, desistir é para sempre e é o que nos rouba os nossos sonhos. Devemos manter o compromisso absoluto com as decisões, mas mantermo-nos flexíveis na nossa abordagem até encontrar o caminho.