World-famous adventurer, explorer and goal achiever John Goddard shares his secrets on how to live your best life now, and a life without regrets
Acredito que os resultados que obtemos, em qualquer área da nossa vida, decorrem directamente da nossa maneira de pensar e respectiva consequência nas escolhas que fazemos.
Não é aquilo que acontece que determina o nosso futuro, mas sim a forma como respondemos a isso!
Aqui partilho ideias que tenho recolhido e ensaiado na minha vida e que acredito poderem ajudar outras pessoas no seu caminho.
Se gostar, conto consigo para divulgar o Blog e assim chegar a mais gente. Obrigado!
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Processar ideias
Há coisas sobre as quais
simplesmente não temos controlo. São as regras do jogo. Mas há algo que podemos
sempre controlar e que é suficiente para fazer toda a diferença... A nossa
forma de responder!
Podia escrever um livro apenas com
histórias de pessoas a quem aconteceram todas as desgraças possíveis e que não
as ultrapassaram como eventualmente as usaram até para reforçar a sua
capacidade de realização.
Não é o que acontece, mas a forma
como respondemos a isso que condiciona a maior parte da nossa vida. Aprendi que
a vida é 10% aquilo que nos acontece e 90% aquilo que fazemos sobre isso.
Esse é exactamente o desafio da vida. Usar tudo o está à nossa disposição e, usando a nossa filosofia, transformar tudo isso em valor! E quando digo tudo, quero dizer absolutamente tudo. Mesmo aquilo que numa primeira abordagem nos parece uma tragédia.
Esse é exactamente o desafio da vida. Usar tudo o está à nossa disposição e, usando a nossa filosofia, transformar tudo isso em valor! E quando digo tudo, quero dizer absolutamente tudo. Mesmo aquilo que numa primeira abordagem nos parece uma tragédia.
O factor mais determinante, na forma como resulta e funciona a nossa vida, é a nossa filosofia. O verdadeiro teste de maturidade é exactamente assumir a responsabilidade de criar valor, com aquilo que a vida nos traz.
É através da nossa filosofia que podemos transformar a informação e as ideias que estão à nossa disposição em valor. É isso que nos torna diferentes dos animais. Estes só podem contar com os seus instintos. Quando inverno chega os patos só podem voar para o sul. Se o sul não estiver grande coisa... Azar... Nada mais se pode fazer... Mas nós não. Nós podemos desenvolver a nossa filosofia! E para isso temos de pensar. Descobrir e processar ideias...
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Perguntas...
Devia ter pouco mais de 30 anos, trabalhava na altura na
Banca de gestão de patrimónios e os meus clientes eram multimilionários, cujas
fortunas eu ajudava a gerir. Comecei então a dar comigo, com alguma frequência,
a perguntar-me porque tinham eles aqueles resultados financeiros e eu me sentia
tão longe dessa realidade. Se eu sabia tantas coisas e se me considerava um
individuo igualmente capaz, o que me estaria então a atrasar?
E quando as perguntas surgem dificilmente as respostas ficam
por ser encontradas. É uma das grandes qualidades do cérebro humano. Quando
formulamos uma questão dificilmente o nosso cérebro descansa até encontrarmos a
resposta...
Mas neste caso concreto eu comecei a procurar as respostas
activamente. O que distinguiria estas pessoas, estes multimilionários, das
outras pessoas que não obtinham o mesmo nível de sucesso financeiro?... Como
tinha o privilégio de lidar com muitas destas pessoas diariamente, foi
relativamente fácil começar a minha investigação. Comecei a observar a sua
forma de pensar e de estarem na vida. A muitos perguntava directamente quais
eram as suas ideias sobre o assunto... E umas perguntas levaram a outras, da
mesma forma que algumas das respostas conduziam a outras ideias e muito
rapidamente dei comigo a refinar uma série de pensamentos sobre este tema que
tanto me interessava.
Outra das coisas que nessa altura percebi foi que, nos
últimos séculos, muitos milhões forma investidos na procura das mesmas
respostas. Havia outras pessoas que tinham antes de mim então levantado a mesma
pergunta e encontrado, porventura, as respostas que também eu, nesta fase
procurava. E melhor ainda as respostas eram do domínio público. Estavam
publicadas!
Foi aí que tomei consciência que independentemente da área
em que procurássemos nós respostas sobre ser bem-sucedidos havia vários livros
e estudos que nos explicavam como isso poderia ser bem conseguido. Esta tomada
de consciência foi uma das que mudou a minha vida para sempre.
Se quiser ser saudável e ter uma boa forma física há uma
série de livros sobre isso. Com um pequeno investimento posso aceder a toda a
informação de que necessito sobre isso. Se quiser melhorar as minhas relações
há um monte de livros que me podem também explicar sobre a forma de o
conseguir. E se quisesse fazer mais dinheiro e eventualmente tornar-me
multimilionário, como eram os meus clientes, também havia afinal uma série de
livros que explicavam como o conseguir.
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
aproveitar o seu tempo
Costumo explicar a diferença entre tempo horizontal e tempo
vertical.
Tempo horizontal é tempo de construção. É tempo em que
devemos respeitar um determinado ciclo para termos os resultados que
pretendemos. É o tipo de tempo que
devemos considerar para, por exemplo, cultivar alguma coisa.
Correndo o risco de ser pouco preciso, dados os meus
limitados conhecimentos agrícolas, vamos imaginar que quero semear 10 alfaces. Partindo
do princípio que estas levam 30 dias a crescer e que sendo apenas 10 eu me
posso limitar a dedicar 5 m por dia a cuidar delas. Apenas o tempo necessário
para regar, tirar as ervas daninhas e alguma lagarta que por lá ande... Ora 30
dias vezes 5 m são 150 m no total que devo dedicar a esta tarefa. Mas isso não
significa que eu posso aplicar os 150 m
de uma só vez e comer as alfaces ainda hoje. Há um ciclo que deve ser
respeitado para criar alguma coisa de valor. É esse tempo horizontal que devo
dedicar à minha empresa para poder construir um negócio de valor. Há um ciclo a
ser respeitado.
Já tempo vertical é tempo de emergência. Imaginem que acordo
de manhã e tenho a noção de que um incêndio se aproxima ameaçadoramente da
minha casa. Ligo para os bombeiros e do quartel dão-me duas alternativas. Ou
mandam 2 homens trabalhar no incêndio meia hora por dia durante dois meses, ou
podem mandar já uma equipa de 100 com uma série de recursos que vão trabalhar
até o dito incêndio estar extinto. A escolha é fácil verdade? Como se trata de
uma situação de emergência eu vou escolher a segunda alternativa. Ou seja a
utilização de tempo vertical. A questão é que este tempo serve para resolver
situações de crise e não para construir qualquer coisa.
Quando estamos envolvidos essencialmente com as actividades
do dia-a-dia acabamos por parecer essencialmente bombeiros. Passamos o tempo a
apagar fogos, saltando de tempo vertical, em tempo vertical, acabando por
passar muito pouco tempo no tal tempo horizontal, que é o tempo de desenhar a
planear a nossa vida. O tempo de pensar! De construir. Respeitando o ciclo de
longo prazo a que essa mesma construção obriga.
A nossa qualidade de vida decorre directamente da forma como
aproveitamos o nosso tempo. As pessoas bem-sucedidas não têm mais horas disponíveis
no dia do que a maioria de nós. As pessoas bem-sucedidas escolhem melhor o que
fazer com as horas que têm disponíveis no seu dia.
As pessoas bem-sucedidas investem mais do que as outras no
tempo horizontal.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Muito se fala de motivação!
A motivação é
a energia que coloca o nosso optimismo em acção e nos permite assumir o
controlo do estado mental que nos conduz à acção. Os vencedores são guiados
pelo desejo.
Nós
tornamo-nos naquilo em que pensamos a maior parte do tempo e somos motivados
sobretudo pelos nossos pensamentos constantes.
Positiva ou
negativamente, todos nós somos motivados. Até uma decisão de não fazer nada é
originada por algum tipo de motivação. A motivação é a força interior que nos
impele a agir e que nos move em direcção a algo ou, pelo contrário, no
afastamento em relação a alguma coisa.
A motivação
não é um processo exterior a cada um de nós. Ainda que determinadas situações,
histórias ou discursos nos possam trazer inspiração, para que a mudança seja de
longo prazo e a motivação constante, temos de querer, aceitar e interiorizar
esses sentimentos.
Existem,
essencialmente, duas emoções ligadas ao nosso processo de motivação: o medo e o
desejo. O medo tem ligação directa a uma das nossas maiores motivações na vida
que é a de evitar a dor, enquanto o desejo se liga à segunda motivação
principal que todos temos e que é a de nos aproximarmos do prazer. Tudo o que
fazemos na vida, absolutamente tudo, visa afastar-nos da dor e/ou aproximar-nos
do prazer.
O medo é uma
emoção normalmente destrutiva. O medo é a repetição mental das memórias de más
experiências e tende a estar focalizado no nosso passado.
Já o desejo
olha ao futuro e apela às memórias de sucessos passados que queremos repetir. É
por isso que as pessoas de sucesso se focam normalmente nas recompensas
enquanto a maior parte de nós se foca nas
penalizações do fracasso.
Por isso o
sucesso não está reservado para os que são naturalmente talentosos, mais
inteligentes ou que nasceram numa família mais abastada. O sucesso depende da
nossa capacidade de nos auto-motivarmos
a agir.
Então o sucesso é um hábito... tal como o fracasso.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
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