Acredito que os resultados que obtemos, em qualquer área da nossa vida, decorrem directamente da nossa maneira de pensar e respectiva consequência nas escolhas que fazemos.
Não é aquilo que acontece que determina o nosso futuro, mas sim a forma como respondemos a isso!
Aqui partilho ideias que tenho recolhido e ensaiado na minha vida e que acredito poderem ajudar outras pessoas no seu caminho.
Se gostar, conto consigo para divulgar o Blog e assim chegar a mais gente. Obrigado!
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
O momento em que moldamos o nosso futuro.
A principal
forma de mudarmos ou melhorarmos as nossas vidas, é encontrarmos uma forma de agir.
De cada vez que agimos damos início a uma sequência de causa e efeito que nos
conduz numa determinada direcção. Para assumirmos então o controlo do nosso
futuro, devemos antes assumir o controlo das acções que tomamos de uma forma
consistente.
Mas qual será
a origem das nossas acções. Como é que elas surgem? A resposta encontra-se nas nossas
decisões. As nossas acções são sempre precedidas pelas nossas decisões.
É então no
momento em que tomamos decisões que nós moldamos a nossa vida. Que nós moldamos
o nosso futuro.
Toda a
importância que demos antes aos valores e às convicções surge, essencialmente,
porque estas condicionam totalmente as nossas decisões e consequentemente a
nossa acção.
O desafio é
que a maior parte de nós não compreende sequer o que significa tomar uma
verdadeira decisão. Habituámo-nos a usar o termo de uma forma tão leve que o
confundimos muitas vezes com preferências ou com desejos. Daí não
compreendermos também o fantástico poder que uma verdadeira decisão liberta. O
poder de um verdadeiro compromisso. Do verdadeiro empenho.
Tomar uma
(verdadeira) decisão significa eliminar todas as outras alternativas.
Significa que não existe sequer a possibilidade de não acontecer aquilo que
acabámos de decidir. Se reflectirmos sobre a origem da palavra, compreendemos
exactamente a sua força. Decisão significa algo que tem origem numa cisão, ou
seja num corte. De cisão.
Uma
verdadeira decisão transforma-nos numa pessoa diferente. A cada decisão que
tomamos tornamo-nos diferentes. E isso porque nos compromete com diferentes
resultados, com diferentes padrões. E quanto melhores forem os padrões e os
resultados que decidirmos para nós, melhores pessoas nos tornamos. E, por isso,
devemos tomar decisões com frequência. Muitas vezes pergunto às pessoas o que
aconteceria às suas vidas e carreiras se todas as semanas tomassem decisões
sobre elas… O crescimento seria inimaginável…
Mas o melhor
do poder das decisões é que todos nós o possuímos. Não é algo reservado a
alguns predestinados, ou a indivíduos que nascem em condições privilegiadas.
Não! Todos nós (já) o temos.
Sim, porque
não são as nossas condições de vida e aquilo que nos acontece que determina o
nosso futuro, mas sim as decisões que tomamos sobre aquilo que nos acontece.
E
ao juntarmos o poder das nossas decisões,
com o de objectivos claros, tornamo-nos praticamente imparáveis. Uma decisão
associada a um objectivo torna-nos verdadeiramente poderosos, porque a uma
decisão está associada acção. E não qualquer tipo de acção, mas acção massiva.
Acção com níveis de urgência e concentração de poder elevados. A uma verdadeira
decisão associamos 100% dos nossos recursos. Uma verdadeira decisão é a negação
da alternativa contrária.
Depois de
tomarmos acção, devemos avaliar a resposta que obtemos. Se não for imediatamente
positiva, devemos entendê-la apenas como feedback
e não como um fracasso. E afinar a nossa abordagem até obtermos o retorno
pretendido.
A única forma
de não realizar um objectivo depois de tomar uma decisão é desistir. E enquanto
a dor da disciplina é temporária, desistir
é para sempre e é o que nos rouba os nossos sonhos. Devemos manter o
compromisso absoluto com as decisões, mas mantermo-nos flexíveis na nossa
abordagem até encontrar o caminho.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
O que tem tido como verdadeiro?
O que são as
nossas convicções? São sentimentos de certeza em relação ao que alguma coisa
significa. São, essencialmente, regras e generalizações que nós criamos.
Depois de as criarmos e porque agimos como se fossem verdadeiras, elas
tornam-se na nossa realidade. Ou seja, tornam-se, de facto, verdadeiras… pelo
menos para nós.
As convicções
começam com uma ideia da mesma forma que uma semente é uma ideia de uma árvore.
A partir do momento em que essa ideia é gerada, começamos a encontrar na
realidade referências que suportem essa ideia da mesma forma que uma semente
começa a criar raízes. Esta é a parte perigosa, uma vez que o nosso cérebro tem
a capacidade de encontrar na realidade tudo aquilo em que se foca, ao apagar da
sua atenção tudo aquilo que não está em conformidade com as suas referências.
À medida que
vamos encontrando estas referências, vamos criando uma crença, da mesma forma
que ao adquirir raízes a semente procura o ar e o sol e evolui para uma planta,
sendo que o processo evolui neste sentido e à medida que mais referências vão
reforçando a nossa crença até que esta se transforme numa convicção, tal como a
planta se transforma numa árvore. Tal como essa árvore dá frutos, também nós
colhemos os frutos (bons ou maus) das nossas convicções.
O primeiro
tipo de convicções que nós temos são generalizações e são verbalizadas
geralmente com afirmações como “A vida é…”,
“As pessoas são…”, “Eu sou…”. As segundas, sobre a
forma de regras, são normalmente verbalizadas como “Se… então…”. A questão fundamental é que sejam
elas quais forem, tornam-se na nossa realidade. Porque as nossas decisões e,
consequentemente, acções, estão directamente ligadas ao que nós temos como
verdadeiro.
As nossas
convicções têm virtualmente o poder de criar ou destruir. O poder das nossas
convicções é virtualmente ilimitado. As convicções são o que distingue um
Hitler da Madre Teresa de Calcutá. As nossas convicções são o que faz a diferença
entre uma vida gratificante e uma de miséria.
Nós começamos,
de facto, a assumir o controlo da nossa vida a partir do momento em que
começamos a assumir o controlo das nossas convicções. E esse é o momento em que
começamos a questioná-las e, acima de tudo, a assumir a responsabilidade de
substituir as limitadoras pelas poderosas.
Temos então,
em relação às convicções, também algumas questões a colocar a nós próprios de
uma forma constante e na consciência de que tudo o que ainda não temos na vida
depende acima de tudo da qualidade dessas mesmas convicções.
Quais são as
convicções poderosas que tenho na vida? Aquelas que me aproximam de tudo o que
quero obter?
A segunda
questão será a contrária. Quais as convicções limitadoras? O que é que eu tenho
como verdadeiro, que não me está a ajudar a chegar onde gostava?
No
seguimento da segunda vem a terceira. No que é que eu teria de acreditar para
atingir determinado objectivo? O que é que teria de ser verdadeiro para eu
poder atingir isto?
A partir do
momento em que começo a encontrar respostas para estas questões e que
transformo este processo num processo contínuo, começo a criar condições para
atingir praticamente tudo a que me proponha. O mais fantástico de tudo isto é
que qualquer um o pode fazer. Não é necessário ser um sobredotado para ter
resultados excepcionais.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
As equações do sucesso
No
Livro Secreto das Vendas partilhei as equações de sucesso tal como as aprendi
de Jim Rohn. Quando falo do princípio ecológico do sucesso não posso deixar de
as referir outra vez, até pelo seu refinamento filosófico.
A primeira das equações vem da
Bíblia. Foi perguntado ao Profeta qual a chave da grandeza, do reconhecimento,
da riqueza, dos prémios e do sucesso ao que o Profeta respondeu:
“Encontra uma forma de servir a muitos.” Quanto mais pessoas servirmos, maior é
o sucesso, a grandeza, o reconhecimento e a compensação. O Profeta não disse
para encontrar uma forma de se servir a si. Também não disse para encontrar uma
forma de servir aos seus. Disse para encontrar uma forma de servir a muitos.
A segunda equação do sucesso
é-nos trazida por John F. Kennedy no seu discurso de tomada de posse da
presidência dos EUA. Esta equação é a completa mudança dos paradigmas
filosóficos e devia ter sido entendida não só pelo povo americano, mas por
todos os povos do mundo. “Não
perguntem o que pode o vosso país fazer por vocês, perguntem sim o que podem
vocês fazer pelo vosso país.” Não perguntem o que pode o mercado fazer por
vocês, perguntem o que podem vocês fazer pelo mercado. Não perguntem o que pode
a vossa empresa fazer por vocês, perguntem o que podem vocês fazer pela vossa
empresa. Não perguntem o que podem os vossos colaboradores fazer por vocês,
perguntem o que podem vocês fazer por eles. Não perguntem como podem ser
servidos, perguntem como podem servir.
A terceira equação do sucesso
é-nos trazida por Zig Ziglar e é, ainda hoje, o lema da sua empresa e que
ajudou a levar a mesma a ser uma das maiores referências mundiais no que
respeita não só às vendas, mas também ao desenvolvimento pessoal. Ziglar diz
então que o caminho para termos tudo aquilo que quisermos passa por ajudarmos
um número suficiente de pessoas a atingirem também aquilo que querem. Nas suas
palavras: “Se ajudarmos um número suficiente de pessoas a terem o que querem,
podemos ter tudo o que quisermos.” No fundo, o que nos separa de viver os nosso
sonhos e de termos tudo o que queremos, passa por encontrar mais pessoas a quem
possamos ajudar a terem, elas próprias, também aquilo que querem.
O comum nas três equações do
sucesso é o de buscar uma forma de servir, de contribuir. No fundo o de
encontrar uma forma de fazer depósitos.
Se quisermos trazer outro
princípio universal a colação, podemos falar da lei do esforço indirecto, outra
das leis mentais como a causa e efeito. Cuida dos depósitos que os
levantamentos cuidam de si.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Que sementes tem plantado?
Quando plantamos uma semente, esta deve encontrar condições
para germinar. Solo fértil e água são os pressupostos essenciais para que o
fenómeno se materialize. Aí a semente começa a germinar, criando raízes e dando
origem a uma pequena planta. Ao crescer a planta torna-se forte e transforma-se
numa árvore. Na sua maturidade a árvore premiar-nos-á com os seus frutos que
nos alimentam e cujos caroços são novas sementes, que nos permitem replicar
este o ciclo todas as vezes que quisermos.
Grande parte das nossas lições de vida podemos encontrá-las na natureza. A natureza é tão eficiente e bem desenhada, que encontramos nela resposta para quase tudo o que necessitamos.
Penso nas ideias como sementes. Realizações em potencial. Quando temos uma ideia, começamos a procurar na realidade referências que a confirmem, tal como a semente cria raízes. O nosso cérebro, através do seu sistema de activação reticular, consegue encontrar na realidade referências para praticamente tudo. Consegue encontrar referências de que a terra é plana, se for nisso que se focar. Nessa altura as nossas referências transformam-se em crenças. Não precisam de ser verdadeiras, mas a partir do momento em que nascem, o nosso cérebro começa a trabalhar para as tornar verdadeiras. E aí tornam-se verdadeiras para nós. A ideia transforma-se em crença da mesma forma que a semente dá origem a uma planta.
Será que eu consigo encontrar na realidade referências que confirmem que com esta crise não é possível os negócios prosperarem? Claro que sim! Diariamente lido com Empresários que o conseguem demonstrar, de forma praticamente inequívoca. E se eu procurar referências de que, neste momento de crise, surgem fantásticas oportunidades de criar riqueza e reforçar os negócios? Será que as consigo encontrar? Claro que sim também. De todas as crises surgem novos milionários que o confirmam.
Quanto mais sólida se torna a convicção, mais referências o SAR vai encontrando para a confirmar e, da mesma forma que na sua maturidade a planta se tornou uma árvore, a crença transforma-se numa convicção. E as nossas convicções são poderosas. Têm virtualmente o poder de criar e destruir. As nossas convicções dão frutos, assim como as árvores. Os nossos resultados na vida, sejam eles quais forem, são o fruto das nossas convicções. E isto porque nós agimos de acordo com aquilo que acreditamos ser verdadeiro.
Isto faz do nosso SAR uma ferramenta poderosíssima, que nos dá-nos o controlo do nosso destino. Ao controlarmos a qualidade das nossas ideias e das coisas em que pensamos na maior parte do tempo, estamos a controlar a qualidade dos nossos resultados. Torna-se então absolutamente essencial focarmo-nos no que queremos, em vez do que não queremos.
Grande parte das nossas lições de vida podemos encontrá-las na natureza. A natureza é tão eficiente e bem desenhada, que encontramos nela resposta para quase tudo o que necessitamos.
Penso nas ideias como sementes. Realizações em potencial. Quando temos uma ideia, começamos a procurar na realidade referências que a confirmem, tal como a semente cria raízes. O nosso cérebro, através do seu sistema de activação reticular, consegue encontrar na realidade referências para praticamente tudo. Consegue encontrar referências de que a terra é plana, se for nisso que se focar. Nessa altura as nossas referências transformam-se em crenças. Não precisam de ser verdadeiras, mas a partir do momento em que nascem, o nosso cérebro começa a trabalhar para as tornar verdadeiras. E aí tornam-se verdadeiras para nós. A ideia transforma-se em crença da mesma forma que a semente dá origem a uma planta.
Será que eu consigo encontrar na realidade referências que confirmem que com esta crise não é possível os negócios prosperarem? Claro que sim! Diariamente lido com Empresários que o conseguem demonstrar, de forma praticamente inequívoca. E se eu procurar referências de que, neste momento de crise, surgem fantásticas oportunidades de criar riqueza e reforçar os negócios? Será que as consigo encontrar? Claro que sim também. De todas as crises surgem novos milionários que o confirmam.
Quanto mais sólida se torna a convicção, mais referências o SAR vai encontrando para a confirmar e, da mesma forma que na sua maturidade a planta se tornou uma árvore, a crença transforma-se numa convicção. E as nossas convicções são poderosas. Têm virtualmente o poder de criar e destruir. As nossas convicções dão frutos, assim como as árvores. Os nossos resultados na vida, sejam eles quais forem, são o fruto das nossas convicções. E isto porque nós agimos de acordo com aquilo que acreditamos ser verdadeiro.
Isto faz do nosso SAR uma ferramenta poderosíssima, que nos dá-nos o controlo do nosso destino. Ao controlarmos a qualidade das nossas ideias e das coisas em que pensamos na maior parte do tempo, estamos a controlar a qualidade dos nossos resultados. Torna-se então absolutamente essencial focarmo-nos no que queremos, em vez do que não queremos.
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