Acredito que os resultados que obtemos, em qualquer área da nossa vida, decorrem directamente da nossa maneira de pensar e respectiva consequência nas escolhas que fazemos.
Não é aquilo que acontece que determina o nosso futuro, mas sim a forma como respondemos a isso!
Aqui partilho ideias que tenho recolhido e ensaiado na minha vida e que acredito poderem ajudar outras pessoas no seu caminho.
Se gostar, conto consigo para divulgar o Blog e assim chegar a mais gente. Obrigado!
terça-feira, 13 de março de 2012
segunda-feira, 12 de março de 2012
Pilares do sucesso!
Da forma como
o vejo, sucesso significa a obtenção de níveis elevados de satisfação e
realização em sete áreas essenciais da nossa vida.
A primeira área
engloba a saúde, a forma física e a energia. Para que nos sintamos e
pareçamos bem será fundamental assegurar este pilar. Para sentirmos a
vitalidade que nos permite perseguir os nossos objectivos e sentirmos a alegria
de estarmos vivos. Como é que isto se consegue? Acho que, no fundo, todos nós sabemos...
Exercício físico, tranquilidade e uma alimentação cuidada, são seguramente os
caminhos para este objectivo.O segundo
destes pilares será o estabelecimento de relacionamentos emocionais
gratificantes. Um dos investimentos mais importantes das nossas vidas e de
que, por vezes, nos esquecemos. As relações medem o nosso nível de sucesso
enquanto seres humanos, uma vez que são a explicação para grande parte das
sensações que experienciamos, nomeadamente as de felicidade e infelicidade. Aliás, alguns
estudos confirmam que a nossa capacidade de nos relacionarmos com outras
pessoas e a gratificação que tiramos desses relacionamentos pesa cerca de 85%
no que normalmente identificamos como o nosso bem-estar e felicidade.
Sugiro
que comecemos por nos dedicarmos às pessoas que nos são mais próximas, como o
nosso circulo familiar, passemos depois a um segundo nível onde estarão as
nossas amizades e a partir daí alargando a área de influência desse anel a
novas pessoas.
A terceira
área será a independência financeira. Ter o suficiente para que não
tenhamos de nos preocupar com dinheiro o tempo todo. Não é o dinheiro que é a
origem de todos os males, mas sim a falta dele! Mas o que é a independência
financeira? Será a nossa capacidade de viver, confortavelmente, dos rendimentos
gerados pelos activos que detemos. Ou seja, nem precisarmos de trabalhar para
viver, nem estarmos a consumir a riqueza que antes criámos. Grande parte do stress, ansiedade e preocupações que
experimentamos nos dias de hoje são causados pela falta de dinheiro. Dessa
forma, sem dinheiro não temos paz de espírito, boas relações e nem sequer
saúde.
O
quarto aspecto do sucesso será termos valores, ideais e objectivos válidos.
A vida não vale a pena se não tivermos uma direcção. Se não tivermos algo
porque lutar, algo que defender, algo que passar aos outros. Um legado. O que é
que dá sentido às nossas vidas? O que é que nos faz felizes? Algo que seja
maior do que nós próprios. Em quinto, a realização
pessoal. E este é mais um conceito que, normalmente, temos dificuldade em
definir. Muitas vezes cruzo-me com pessoas que dizem que o seu objectivo na
vida é realizarem-se pessoalmente, mas quando lhes pergunto o que é para elas a
realização, apresentam quase sempre dificuldades em descrever este conceito.
Para mim, realização pessoal é a convicção de que somos a melhor pessoa que
podemos ser. De que estamos a aproveitar ao máximo o nosso potencial. Acima de
tudo, de que, a cada dia, somos melhores do que no dia anterior.
Paz de
espírito será o sexto aspecto a ter em conta. A possibilidade de viver de
uma forma perfeitamente equilibrada e em harmonia com os nossos valores e
convicções mais profundas. Livre de todos os medos. Livre de todas as
angústias. Eliminando das nossas vidas tudo aquilo que nos causa algum tipo de stress ou más sensações.O último e
sétimo aspecto que entendo considerar é o da contribuição. Contribuir é,
segundo Anthony Robbins, uma das seis necessidades do ser humano. Para mim é,
claramente, uma prioridade. Se vivesse sozinho neste mundo, seria um eremita ou
qualquer outra coisa parecida. Como vivo em sociedade, posso beneficiar de
muitas coisas que me são proporcionadas pelos outros, pela comunidade. Tenho
escolas, estradas e hospitais que não construí. Posso entrar num avião com que
nunca me preocupei e viajar para qualquer parte do mundo. Como para
além disso tive a felicidade de nascer nesta parte do globo e neste período de
tempo, tenho consequentemente a sorte de viver numa prosperidade sem igual na
História. Pessoalmente,
e uma vez que usufruo de toda esta abundância, que me foi proporcionada por uma
série de indivíduos que antes de mim saíram das suas zonas de conforto e deram
à sociedade mais do que aquilo que deles se esperava, sinto que não tenho o
direito de não contribuir, de modo a quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Optimismo
Praticamente
todos os trabalhos e estudos que li sobre sucesso, apontam o optimismo como uma
das principais características dos indivíduos bem sucedidos. E optimismo não no
sentido de esperar que as coisas lhes corram bem independentemente daquilo que
fazem, ou de manter esperanças de que a sorte os bafeje e os seus desafios
acabem por se ver resolvidos, mas sim de esperar bons resultados da sua acção
deliberada.
As expectativas que temos sobre a nossa própria vida, são reforçadas pelas expectativas que os outros têm sobre nós próprios
Mesmo as questões de saúde são em grande parte originadas pela forma como nós respondemos ao que acontece, muito mais do que aos germes. Vários estudos apontam hoje para que cerca de 80% de todas as doenças tenham origem psicossomática. A nossa mente e a forma como nós a usamos, tem o potencial de limitar algumas funções do corpo, o que pode conduzir a doenças e até acidentes.
As pessoas bem sucedidas esperam que as coisas lhes corram bem... e elas correm!
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
O momento em que moldamos o nosso futuro.
A principal
forma de mudarmos ou melhorarmos as nossas vidas, é encontrarmos uma forma de agir.
De cada vez que agimos damos início a uma sequência de causa e efeito que nos
conduz numa determinada direcção. Para assumirmos então o controlo do nosso
futuro, devemos antes assumir o controlo das acções que tomamos de uma forma
consistente.
Mas qual será
a origem das nossas acções. Como é que elas surgem? A resposta encontra-se nas nossas
decisões. As nossas acções são sempre precedidas pelas nossas decisões.
É então no
momento em que tomamos decisões que nós moldamos a nossa vida. Que nós moldamos
o nosso futuro.
Toda a
importância que demos antes aos valores e às convicções surge, essencialmente,
porque estas condicionam totalmente as nossas decisões e consequentemente a
nossa acção.
O desafio é
que a maior parte de nós não compreende sequer o que significa tomar uma
verdadeira decisão. Habituámo-nos a usar o termo de uma forma tão leve que o
confundimos muitas vezes com preferências ou com desejos. Daí não
compreendermos também o fantástico poder que uma verdadeira decisão liberta. O
poder de um verdadeiro compromisso. Do verdadeiro empenho.
Tomar uma
(verdadeira) decisão significa eliminar todas as outras alternativas.
Significa que não existe sequer a possibilidade de não acontecer aquilo que
acabámos de decidir. Se reflectirmos sobre a origem da palavra, compreendemos
exactamente a sua força. Decisão significa algo que tem origem numa cisão, ou
seja num corte. De cisão.
Uma
verdadeira decisão transforma-nos numa pessoa diferente. A cada decisão que
tomamos tornamo-nos diferentes. E isso porque nos compromete com diferentes
resultados, com diferentes padrões. E quanto melhores forem os padrões e os
resultados que decidirmos para nós, melhores pessoas nos tornamos. E, por isso,
devemos tomar decisões com frequência. Muitas vezes pergunto às pessoas o que
aconteceria às suas vidas e carreiras se todas as semanas tomassem decisões
sobre elas… O crescimento seria inimaginável…
Mas o melhor
do poder das decisões é que todos nós o possuímos. Não é algo reservado a
alguns predestinados, ou a indivíduos que nascem em condições privilegiadas.
Não! Todos nós (já) o temos.
Sim, porque
não são as nossas condições de vida e aquilo que nos acontece que determina o
nosso futuro, mas sim as decisões que tomamos sobre aquilo que nos acontece.
E
ao juntarmos o poder das nossas decisões,
com o de objectivos claros, tornamo-nos praticamente imparáveis. Uma decisão
associada a um objectivo torna-nos verdadeiramente poderosos, porque a uma
decisão está associada acção. E não qualquer tipo de acção, mas acção massiva.
Acção com níveis de urgência e concentração de poder elevados. A uma verdadeira
decisão associamos 100% dos nossos recursos. Uma verdadeira decisão é a negação
da alternativa contrária.
Depois de
tomarmos acção, devemos avaliar a resposta que obtemos. Se não for imediatamente
positiva, devemos entendê-la apenas como feedback
e não como um fracasso. E afinar a nossa abordagem até obtermos o retorno
pretendido.
A única forma
de não realizar um objectivo depois de tomar uma decisão é desistir. E enquanto
a dor da disciplina é temporária, desistir
é para sempre e é o que nos rouba os nossos sonhos. Devemos manter o
compromisso absoluto com as decisões, mas mantermo-nos flexíveis na nossa
abordagem até encontrar o caminho.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
O que tem tido como verdadeiro?
O que são as
nossas convicções? São sentimentos de certeza em relação ao que alguma coisa
significa. São, essencialmente, regras e generalizações que nós criamos.
Depois de as criarmos e porque agimos como se fossem verdadeiras, elas
tornam-se na nossa realidade. Ou seja, tornam-se, de facto, verdadeiras… pelo
menos para nós.
As convicções
começam com uma ideia da mesma forma que uma semente é uma ideia de uma árvore.
A partir do momento em que essa ideia é gerada, começamos a encontrar na
realidade referências que suportem essa ideia da mesma forma que uma semente
começa a criar raízes. Esta é a parte perigosa, uma vez que o nosso cérebro tem
a capacidade de encontrar na realidade tudo aquilo em que se foca, ao apagar da
sua atenção tudo aquilo que não está em conformidade com as suas referências.
À medida que
vamos encontrando estas referências, vamos criando uma crença, da mesma forma
que ao adquirir raízes a semente procura o ar e o sol e evolui para uma planta,
sendo que o processo evolui neste sentido e à medida que mais referências vão
reforçando a nossa crença até que esta se transforme numa convicção, tal como a
planta se transforma numa árvore. Tal como essa árvore dá frutos, também nós
colhemos os frutos (bons ou maus) das nossas convicções.
O primeiro
tipo de convicções que nós temos são generalizações e são verbalizadas
geralmente com afirmações como “A vida é…”,
“As pessoas são…”, “Eu sou…”. As segundas, sobre a
forma de regras, são normalmente verbalizadas como “Se… então…”. A questão fundamental é que sejam
elas quais forem, tornam-se na nossa realidade. Porque as nossas decisões e,
consequentemente, acções, estão directamente ligadas ao que nós temos como
verdadeiro.
As nossas
convicções têm virtualmente o poder de criar ou destruir. O poder das nossas
convicções é virtualmente ilimitado. As convicções são o que distingue um
Hitler da Madre Teresa de Calcutá. As nossas convicções são o que faz a diferença
entre uma vida gratificante e uma de miséria.
Nós começamos,
de facto, a assumir o controlo da nossa vida a partir do momento em que
começamos a assumir o controlo das nossas convicções. E esse é o momento em que
começamos a questioná-las e, acima de tudo, a assumir a responsabilidade de
substituir as limitadoras pelas poderosas.
Temos então,
em relação às convicções, também algumas questões a colocar a nós próprios de
uma forma constante e na consciência de que tudo o que ainda não temos na vida
depende acima de tudo da qualidade dessas mesmas convicções.
Quais são as
convicções poderosas que tenho na vida? Aquelas que me aproximam de tudo o que
quero obter?
A segunda
questão será a contrária. Quais as convicções limitadoras? O que é que eu tenho
como verdadeiro, que não me está a ajudar a chegar onde gostava?
No
seguimento da segunda vem a terceira. No que é que eu teria de acreditar para
atingir determinado objectivo? O que é que teria de ser verdadeiro para eu
poder atingir isto?
A partir do
momento em que começo a encontrar respostas para estas questões e que
transformo este processo num processo contínuo, começo a criar condições para
atingir praticamente tudo a que me proponha. O mais fantástico de tudo isto é
que qualquer um o pode fazer. Não é necessário ser um sobredotado para ter
resultados excepcionais.
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