terça-feira, 11 de março de 2008

Vencer

“O Talento é barato e pode ser comprado. A atitude é o critério para o sucesso”

Denis Waitley

Ao longo da minha carreira, tenho encontrado nas pessoas essencialmente 3 diferentes tipos de atitude face à vida.

Tenho conhecido indivíduos que são principalmente espectadores. Pouco empreendem por medo e limitam-se a ir vivendo com aquilo que a vida lhes dá.

Tenho conhecido outros que me parecem o protótipo do perdedor. Gostavam de ter uma vida melhor, mas não querem assumir a responsabilidade de a construir. Assim tornam-se ressentidos e dedicam-se a encontrar pretextos para invejar e criticar os outros.

Mas tenho conhecido também Vencedores. E estes são os indivíduos que decidem tirar da vida aquilo que querem, por oposição a viverem com aquilo que esta lhes dá. Os Vencedores assumem a propriedade do seu futuro e decidem moldar o seu destino. Os Vencedores estabelecem objectivos e desenvolvem os seus talentos naturais no sentido de os atingirem.

Os Vencedores conhecem as suas limitações. Compreendem não só que muito lhes falta para aprender, mas também que todo o conhecimento é enviesado por todos os seus filtros pessoais. No entanto, esse facto não lhes diminui um apetite voraz pela aprendizagem, pelo crescimento e pelo desenvolvimento das suas competências. Esta gente tem noção da abundância de informação à sua volta e de que tudo o que necessitam para ser bem sucedidos pode ser aprendido. São honestos consigo próprios e em relação ao seu potencial e têm noção do esforço que devem fazer para atingir os seus propósitos. São naturalmente motivados.

Tal como um coral necessita de alguma agitação marítima para florescer, também os Vencedores compreendem que são as dificuldades que lhes saltam diariamente ao caminho que lhes permitem forjar a personalidade de que necessitam para serem bem sucedidos. Os Vencedores sabem relaxar e encarar os desafios de uma forma positiva, focando-se nas soluções. São esses mesmos desafios que aproveitam para desenvolver a resistência mental que lhes permitirá enfrentar desafios cada vez maiores. São esses desafios que lhes moldam o carácter. Não aceitam que seja o que acontece à sua volta que define as suas vidas e aceitam a responsabilidade de as desenhar ao decidir o que fazer com o que lhes acontece.

Os Vencedores sabem quem são e para onde vão!

Os Vencedores respondem em vez de reagir! Ou seja escolhem e decidem em consciência as acções a tomar face a cada estímulo e cada situação tendo o sucesso como motivação e fazendo o melhor uso dos seus recursos, ao invés de actuarem automática e epidermicamente ao meio envolvente na defesa do seu ego, guiados pela dúvida e pelo medo.

Os Vencedores têm auto-controlo. Têm auto-determinação! Os Vencedores fazem acontecer, enquanto os outros deixam que lhes aconteça. Os Vencedores são gente de acção. Acção hoje! Acção já! Gente com alto sentido de urgência… Gente que compreende que se dedicarem todo o seu empenho a uma tarefa, nada os impedirá de a realizar. Gente que compreende o conceito de concentração de poder, de focalização.

Estas pessoas desenvolvem fortes convicções de valor próprio e auto-confiança. Têm uma auto-estima elevada, concentram-se nos sucessos e encaram qualquer experiência menos boa como aprendizagem. Para eles o seu desenvolvimento pessoal é o programa de uma vida. Falam bem de si próprios a si próprios o que fortalece a imagem que fazem deles mesmos e que consequentemente reforça a qualidade do seu desempenho.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

O que é o sucesso?

Apercebi-me recentemente de que tenho escrito e falado bastante sobre o sucesso, sem nunca ter tido a oportunidade de o definir. Ouvi, não há muito tempo, uma definição curiosa que o identificava como a possibilidade de ter todas as coisas que o dinheiro pode comprar, sem abdicar das que não pode. Resolvi reflectir um pouco mais, tendo chegado a uma reflexão mais profunda.

Imagino o sucesso como um diamante. Um perfeito diamante que vamos buscando e lapindando ao longos das nossas vidas e que deixaremos às gerações vindouras.

A ponta superior deste diamante seria a paz de espirito. A possibilidade de viver de uma forma perfeitamente equilibrada e em harmonia com os nossos valores convicções mais profundas. Livre de todos os medos. Livre de todas as angustias. Eliminando das nossas vidas tudo aquilo que nos causa algum tipo de stress ou más sensações.

A ponta deste diamante será depois sustentada, na sua metade superior, por três pilares.

O primeiro será a saúde, forma física e energia. Para que nos sintamos e pareçamos bem será fundamental assegurar este pilar. Para sentirmos a vitalidade que nos permite perseguir os nossos objectivos. Para sentirmos a alegria de estarmos vivos. Como é que isto se consegue?Acho que, no fundo, todos nós sabemos... Exercício físico, tranquilidade e uma alimentação cuidada, são seguramente os caminhos para este objectivo.

O segundo destes pilares será o estabelecimento de relacionamentos emocionais gratificantes. Um dos investimentos mais importantes das nossas vidas e de que, por vezes, nos esquecemos. As relações medem o nosso nivel de sucesso enquanto seres humanos, uma vez que são a explicação para grande parte das sensações que experimentamos, nomeadamente as de felicidade e infelicidade. Comecemos, em primeiro lugar, pelas pessoas que nos são mais próximas, como o nosso circulo familiar, passemos depois a um segundo nivel onde estarão as nossas amizades e a partir daí alargando a àrea de influência desse anel a novas pessoas.

O terceiro será a independência financeira. Ter o suficiente para que não tenhamos de nos preocupar com dinheiro o tempo todo. Não é o dinheiro que é a origem de todos os males. É sua a falta que é a origem de todos os males! Mas o que é independência financeira? Será a nossa capacidade de viver, confortavelmente, dos rendimentos gerados pelos activos que detemos. Ou seja, nem precisarmos de trabalhar para viver, nem estarmos a consumir a riqueza que antes criámos. Grande parte do stress, ansiedade e preocupações que experimentamos nos dias de hoje são causados pela falta de dinheiro. Dessa forma, sem dinheiro não temos paz de espírito, boas relações e nem sequer saúde.

Descendo para a segunda metade do nosso diamante, teremos um primeiro nivel onde encontraremos valores, ideais e objectivos válidos. A vida não vale a pena se não tivermos uma direcção. Se não tivermos algo por que lutar, algo que defender, algo que passar aos outros. O que é que dá sentido às nossas vidas? O que é que nos faz felizes?

Finalmente, na ponta de baixo do diamante, a realização pessoal. E este é mais um conceito que normalmente temos dificuldade em definir. Para mim realização pessoal é a convicção de que somos a melhor pessoa que podemos ser. De que estamos a aproveitar ao máximo o nosso potencial. De que temos razões para nos sentirmos orgulhosos de nós próprios.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Felicidade

Tendemos a conotar a felicidade com o atingimento de determinados objectivos. Mas quando os atingimos percebemos, recorrentemente, que a felicidade não se encontra aí.
Onde vamos não é importante, se quando chegamos continuamos a ser a mesma pessoa que partiu. O que temos também não faz a diferença, porque há sempre mais coisas para querer.

Até que sejamos felizes com quem somos, não encontraremos a felicidade em qualquer outra coisa.

Divertimento e prazer são sensações que experimentamos durante um acto ou evento. A felicidade é o que sentimos fora dessas experiências. Antes ou depois. Antes e depois. A felicidade é uma atitude.

Tal como o sucesso, a felicidade não é um destino, mas uma viagem. A felicidade é algo por que nos esforçamos individualmente, não algo que dependa do que nos acontece, ou do que outros possam fazer por nós, ou em relação a nós.

A nossa felicidade depende unicamente de nós. Para sermos felizes há que assumir a responsabilidade da nossa própria felicidade.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Como mudar!

Tenho como verdadeiro que aquilo que temos na nossa vida e não estou a referir-me apenas a aspectos materiais, mas também a tudo o mais que se passa à nossa volta, decorre directamente das nossas práticas, que por sua vez decorrem da nossa própria identidade.

Assim, para ter mais e melhor do que tenho hoje, tenho de me tornar mais e melhor do sou hoje também. Posso então concluir que o meu processo de desenvolvimento pessoal tem um impacto directo e imediato na minha qualidade de vida.

A não ser que eu mude quem sou, continuarei a ter os resultados que sempre tive. Continuarei a ter a vida que sempre tive. E por bom ou mau que isto seja, se quero que a minha vida melhore não haverá outro caminho que não seja alterar o meu comportamento, o que normalmente é antecedido de uma mudança na minha pessoa.

Espanta-me a quantidade de pessoas que vejo diariamente a fazer exactamente as mesmas coisas, a insistir nos mesmos comportamentos e a esperar que a vida lhes traga resultados diferentes. Se fizermos o que sempre fizemos, obteremos os mesmo resultados que sempre obtivemos. Se há alguma área das nossas vidas com que não estejamos totalmente satisfeitos, há que compreender rapidamente que foram as nossas acções nessa área que conduziram a esse resultado. Qual será a reflexão que devo então fazer, sobre a forma como têm evoluído as minhas relações? Qual será a reflexão a fazer sobre os meus resultados financeiros e aos meus rendimentos? O que é que se passará em relação à minha forma física e saúde? E a minha carreira? E o meu estado de espírito? E os meus níveis de realização pessoal? Ao fim e ao cabo fazer repetidamente a mesma coisa e esperar um resultado diferente, é provavelmente a definição exacta de insanidade.

Mesmo que a vida e o acaso nos tragam, por vezes, resultados que excedam o nosso desenvolvimento pessoal e isso raramente acontece, será difícil essas condições serem mantidas ao longo do tempo exactamente porque não são sustentadas pela nossas qualidade pessoal e intrínseca. Por isso é que a esmagadora maioria das pessoas que ganha a lotaria, ou o totoloto, passado pouco tempo voltaram outra vez às mesmas condições de vida... Por isso é que alguns de nós não conseguem manter relações... Por isso é que outros têm permanentemente insucesso nos negócios... Por isso é que temos dificuldade em manter a nossa forma física... Para obter resultados permanentes, as nossas mudanças devem ser também permanentes. Para obter um diferente resultado, devo tornar-me numa pessoa diferente!

A maior parte de nós vive a vida pela síndrome do Niagara. Somos apanhados pela corrente, sem termos um plano próprio e objectivo e gerimos a vida pelo expediente. Problemas correntes, desafios correntes, relações correntes, questões correntes... E um dia apercebemo-nos de que estamos à beira das cataratas num barco sem remos... “...BOLAS!...” A queda é inevitável... E a queda terá, para cada um, uma forma diferente. Uma ruptura financeira, uma relação que acaba, um problema de saúde...

Como mudar então?... Assumir a responsabilidade e como diz Jim Rohn “...trabalhar (ainda) mais duro em nós próprios do que o fazemos no nosso trabalho!”

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Resultados

Tenho tido recentemente a oportunidade de refectir, com algumas pessoas com quem trabalho, sobre aquilo que nos permite atingir determinadas realizações. Ou seja, como aparecem os resultados na nossa vida.

A maior parte das pessoas a quem pergunto como desenvolvem os seus niveis de confiança, responde-me que esta vem dos resultados. Isto faz-me sempre alguma confusão pois, não vejo como hão-de aparecer resultados se não estivermos antes confiantes. Estamos então tentados a caír num ciclo vicioso. Não temos resultados porque não temos confiança e não temos confiança porque não temos resultados.

Na minha opinião a confiança tem de aparecer antes dos resultados. Assumirmos esta responsabilidade dá-nos o controlo sobre o nosso futuro, por oposição a deixá-lo entregue à sorte agreste, daquilo que o acaso nos trouxer. Um indivíduo confiante atingirá resultados e isso parece-me claro.

Onde vamos então buscar essa auto-confiança?... Respondo com outra pergunta... Qual é a principal característica dos Indivíduos confiantes?... Acredito eu que é a auto-estima. Alguém que gosta de si próprio, confia nas suas capacidades, como tal desenvolverá a auto-confiança de que necessita, para atingir os resultados a que se propõe.

E a auto-estima?... Onde a encontraremos então?... Será que é a olharmos para o espelho diariamente, a pensar quão fantásticos tivemos a felicidade de nascer?... Será que é sentados todo o dia à nossa secretária?... Não me parece! Parece-me que nos orgulhamos de nós próprios, quando estamos satisfeitos com a quantidade e qualidade da nossa acção. Parece-me que gostamos de nós próprios, quando sentimos que não demos menos do que o nosso melhor. A auto-estima nasce então da acção. Ou seja da disciplina de fazer aquilo que sabemos que temos de fazer, com o nosso máximo empenho. Ou dito de outra forma, a auto-estima vem da auto-disciplina.

Será este então o caminho para os resultados. Se nos auto-disciplinarmos diariamente estamos a construir a nossa auto-estima, que resultará na auto-confiança de que necessitamos para atingir os resultados que queremos.

Gostaria ainda de sublinhar o facto, de que todas estas coisas se encontram dentro de nós. Auto-disciplina, auto-estima, auto-confiança e (auto-) resultados. Quero com isto dizer que nada daquilo que nos acontece é determinado pelo meio envolvente. Tudo é determinado por nós pela nossa atitude e por aquilo que fazemos!...

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

O Poder Ilimitado dos Objectivos

O Poder ilimitado dos Objectivos.

Estamos no prinicípio do ano e nenhuma altura será mais adequada que esta, para reflectir sobre objectivos.

Os objectivos são o que motiva as pessoas.

Os resultados que obtemos na vida, raramente ultrapassam o nosso desenvolvimento pessoal. Muito estudos tem sido feitos sobre sucesso e realizações e todos eles parecem apontar nesta mesma direcção. Obter determinado nivel de resultados, está aparentemente reservado para quem tem um determinado nivel de conhecimentos, competências e atitude, que sustentam e dão corpo a esses mesmos resultados.
Quando não estamos então contentes com os nossos resultados, a nossa reflexão deverá dirigir-se à nossa identidade. O que será que nos falta ainda para obter resultados de outra dimensão?

Se crescemos então no sentido de materializar determinado tipo de resultados, isto significa que crescemos até ao limite dos nossos objectivos. Ou seja, crescemos até realizar aquilo que perspectivamos.

Na nossa sociedade somos levados a pensar, que os nossos objectivos serão ter uma familia, um emprego, uma casa, um carro e eventualmente passar férias uma ou duas vezes por ano em qualquer sítio que nos agrade. Dependendo das referências que tenhamos à nossa volta, ou seja das pessoas que nos são mais próximas e dos seus hábitos, estabelecemos, dentro destas balizas, o nível de cada uma destas coisas para que nos posicionamos. E de uma maneira ou de outra, com mais ou menos sucesso, é isto que atingimos. Nem mais, nem menos... Os nosso objectivos não são marcados de uma forma activa e consciente, mas sim por defeito e de forma absolutamente passiva. Crescemos e vivemos até nos equipararmos aos nossos pares.

Ao actuarmos desta forma, tomamos a opção de fechar por menos do que merecemos...Ao actuarmos desta forma, tomamos a opção de viver abaixo do nosso potencial!
Mas onde é que estou a querer chegar?...

De uma forma muito simples e directa, à conclusão de que, ao definirmos os nossos objectivos com base no meio envolvente, estamos também a definir as nosas limitações. Ou seja, não há pessoas limitadas! O que há são objectivos pouco poderosos. A nossa habilidade cresce até estar ao nivel dos nossos objectivos.
A verdadeira razão de ser dos objectivos é transformarem-nos em melhores pessoas. Alguém me disse um dia: “ Faz-te Milionário! Não pelo dinheiro, mas pela pessoa em que te tornarás no processo!” Quer dizer, o teu crescimento pessoal e a tua capacidade de trazer valor à sociedade acompanharão esse objectivo.

Todos nós temos sonhos!... Poucos estamos dispostos a fazer o necessário para os vivermos. Poucos estamos dispostos a sair da nossa zona de conforto, para os transformar em objectivos. É exactamente quando transformamos os nossos sonhos em objectivos bem definidos, que damos o primeiro e mais importante passo, no sentido de os realizar. No sentido de nos compromentermos com um determinado crescimento, enquanto seres humanos.

Objectivos bem definidos são como imans vivos. A nossa mente funciona como um míssil telecomandado, assim que selecciona um alvo nada a pode parar.

À clara definição dos objectivos, deverá seguir-se a identificação das razões pelas quais esses objectivos são importantes. Como costumo dizer, quando os porquês são poderosos, os comos aparecem com muita facilidade. Estes porquês dão-nos a motivação e a atitude necessárias. Para alguns de nós podem ser o reconhecimento, para outros o sentido de realização, para outros ainda a familia ,e alguns encontrarão mesmo motivos benevolentes. Não importa qual a nossa razão, o que importa é encontrá-la. O que é que nos pode conduzir a estar no nosso melhor?...

E, para terminar, acção massiva! Nada acontecerá se não nos dispusermos a pôr mãos à obra. Não podemos mudar a nossa vida só por aprender e planear (embora também seja dificil sem o fazer). A única forma de mudar a nossa vida é pela acção que tomamos. Como alguém disse antes “ O mais importante não é aquilo que sabemos, é o que fazemos com aquilo que sabemos”

Bom ano de 2008!

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Padrões

O segredo para o sucesso passa pela auto-exigência de padrões mais elevados. Esta exigência passa, acima de tudo, por transformar os nossos “devia” em “tenho” ou com perdão do anglicismo em “Musts”.
Porque é importante aumentar os nossos padrões? A razão é muito simples. Nós crescemos até ao limite do nível dos nossos padrões.
Como seremos boas pessoas com baixos padrões? Como seremos bons Pais, Esposo(a)s, Amigos, Profissionais com baixos padrões? Como poderão ser altos os nossos desempenhos, se tivermos baixos padrões?
Quem é que se assume como Lider num grupo? Sempre aquele que tem os padrões mais altos!... É este que os outros querem seguir. É este que é inspirador! É este que mostra aos outros que há uma alternativa melhor, uma vida melhor... um padrão mais alto...
Cada vez mais isto é verdade. Cada vez mais vivemos num mundo competitivo e como tal ser bom já não chega. Os Bons recolhem pobres resultados.
Para se obterem bons resultados há que ser Excelente. Há que estar a 100%!
Mas para se obterem resultados excelentes há que estar acima dos 100%. Para se obterem resultados excelentes, há que ser absolutamente excepcional. E são os Individuos excepcionais que rapam todos os benfícios.
Quem é que se lembra do 4º classificado nas Olimpiadas? Poucos se lembram-se do 3º. Alguns se lembram do 2º. Mas ninguém esquece o medalha de Ouro! O medalha de Ouro leva tudo! O prestígio, a fama, o dinheiro e até a memória!
Vamos decidir nunca fechar por menos do que merecemos. Vamos decidir nunca ser menos, do que as nossas capacidades nos permitem ser. Vamos decidir nunca aceitar menos que a medalha de Ouro... Vamos decidir aumentar os nossos Padrões!!!